Margarida Rodrigues

Margarida Rodrigues

Margarida Rodrigues

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Projeto procurou inverter décadas de degradação e revitalizar uma das zonas mais emblemáticas do concelho 
Projeto redesenhou a frente ribeirinha e deu origem a umas das maiores transformações urbanas do concelho 
Distrito destacou-se entre as regiões que mais cresceram durante a década de 1990 
Evento surgiu no último ano da década de 90 para “valorizar Castelo de Sines”
A escolha do Fogueteiro para acolher esta estação esteve relacionada com a sua localização estratégica junto à A2
100 ANOS DO DISTRITO DE SETÚBAL, 100 ACONTECIMENTOS. Milhares de pessoas participaram naquela que foi considerada pelo Guinness como a maior mesa do mundo, na abertura da Ponte Vasco da Gama
Fábrica foi, durante décadas, o maior investimento estrangeiro feito no País
Edifício é inaugurado nos anos 90, mas começou a ser projetado vinte anos antes
100 ANOS DO DISTRITO DE SETÚBAL, 100 ACONTECIMENTOS. Dois dias antes do arranque houve uma alegada tentativa de sabotagem do certame
100 ANOS DO DISTRITO DE SETÚBAL, 100 ACONTECIMENTOS. Local é classificado devido ao seu “excecional valor geológico, geomorfológico e paisagístico”
100 ANOS DO DISTRITO DE SETÚBAL, 100 ACONTECIMENTOS. Nova estratégia criada nos anos 80 afirmou o local como um dos destinos turísticos mais exclusivos do país
100 ANOS DO DISTRITO DE SETÚBAL, 100 ACONTECIMENTOS. Entidade assumiu a gestão e exploração da infraestrutura e afirmou-se como um dos principais polos logísticos da Europa
100 ANOS DO DISTRITO DE SETÚBAL, 100 ACONTECIMENTOS. Fundação da empresa ocorreu um ano após a revolução de abril para melhorar serviço dos transportes
100 ANOS DO DISTRITO DE SETÚBAL, 100 ACONTECIMENTOS. Com mais de meio século, episcopado é celebrado num local “com sabor a povo e cheiro a mar”
100 ANOS DO DISTRITO DE SETÚBAL, 100 ACONTECIMENTOS. Construção da autoestrada iniciou-se em simultâneo com a Ponte 25 de abril e terminou apenas em 2002
Empreitada avançou para responder ao aumento da população que necessitava de cuidados médicos
Conclusão da primeira fase da infraestrutura garantiu melhores condições de abrigo às embarcações
100 ANOS DO DISTRITO DE SETÚBAL, 100 ACONTECIMENTOS. Nova infraestrutura veio organizar a comercialização do peixe e responder ao crescimento da atividade piscatória
100 anos do distrito de Setúbal, 100 acontecimentos. Empresa foi fundada na cidade sadina numa “antevisão do potencial” que esta localização teria
Autarquia diz continuar à espera de verba de um milhão de euros para obras da responsabilidade do governo
Em causa estão os contratos-programa assinados na última semana, nos quais não foi incluída esta associação
Depois de lançado o livro, no último mês de março, eis que a história de Matilde “ganhou vida em palco”. O grupo “Corpos que Falam”, da Associação NÓS, atuou no último sábado, dia 2, no Festival de Dança do Barreiro, no Auditório Municipal Augusto Cabrita. “A Magia de Matilde” é da autoria de Paulo Esparteiro que, em parceria com a associação, lançou este livro no último mês de março. A ideia inicial não tinha os contornos que acabou por ganhar, mas o autor ficou bastante satisfeito com o resultado final. “Quando iniciei este projeto, “Corpos que Falam”, o objetivo era criarmos uma pequena companhia de dança inclusiva. Nunca pensei eu acabar por lançar um livro. A história fala de uma menina que, apesar das suas grandes dificuldades motoras, conseguiu alcançar os seus objetivos através da dança. Acabámos por levar esta narrativa ao festival e confesso que estava com algum receio, porque foi a primeira vez que eles participaram num evento tão grande e com outros grupos, mas posso dizer que correu muito bem”, afirmou Paulo Esparteiro a O SETUBALENSE. O dinamizador deste projeto criado em parceria com a NÓS diz sentir-se “extremamente realizado” por trabalhar com a associação. Levanta ainda a ponta do véu para referir que já estão a ser dinamizados outros projetos coreográficos com o objetivo de que o público perceba que “a música e as artes performativas podem chegar a todo o tipo de pessoas e corpos”, de forma a promover “uma maior inclusão” entre todos. Projeto ajuda a tratar a deficiência como “algo normal” Fazer com que a sociedade olhe para a deficiência como “algo normal” é um dos principais objetivos da Associação NÓS. Nas palavras de Marco Gomes, diretor técnico das residências de autonomização e inclusão, este tipo de projetos consegue ajudar no desenvolvimento pessoal dos residentes e na inclusão social dos mesmos. “É altamente valorizador para eles o facto de terem aqui uma perspectiva de normalidade, de se sentirem incluídos na sociedade e de participarem de igual para igual com outras pessoas. No final, é fantástico ver a alegria deles de que conseguiram atingir mais um objectivo de vida”, disse a O SETUBALENSE. Diariamente, a instituição procura criar dinâmicas inclusivas para estas pessoas sendo que, muitas delas, têm já um estilo de vida muito semelhante ao ‘normal’. “A instituição tem sempre esta perspectiva de inclusão social e nós trabalhamos todos os dias em parcerias com a comunidade civil e com as autarquias nesse sentido. Na linha dos vinte residentes que temos, alguns já têm contrato de trabalho e estão perfeitamente integrados dentro da comunidade”, concluiu.
Corpo de agentes vai custar cerca de 196 mil euros anuais ao município
Auto de consignação foi assinado com a empresa ACA Construction esta segunda-feira
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