De entre os três sermões de Bartolomeu de Gusmão já indicados, uma palavra mais merece o que é dedicado a Nossa Senhora do Desterro, padroeira dos emigrantes
Quando José Saramago, em 1982, publicou “Memorial do Convento”, uma das personagens intensas que inseriu na obra foi a do padre Bartolomeu de Gusmão (1685-1724),
A conversa de Mário Dionísio com o director adjunto dos serviços de censura (que referimos na crónica anterior) acabou bem para o texto que tinha tido publicação interdita por esses serviços
Foi o escritor estónio Eduard Vilde (1865-1933) quem questionou, no seu romance “O leiteiro de Mäeküla” (1916): “Não é humano desejar o fruto proibido?”
Duas das críticas mais contundentes a “Serra-Mãe” apareceriam em Maio de 1946: uma, assinada por Jorge de Sena (1919-1978); outra, por João Gaspar Simões (1903-1987).
Intitula-se “Uma Excursão à Serra da Arrábida” o opúsculo editado em Lisboa pela Academia de Estudos Livres em 1903, conjunto de três textos assinados por outros tantos autores
Quando “Serra-Mãe” saiu, Sebastião da Gama empenhou-se na sua divulgação, quer nas ofertas aos amigos e aos mais próximos, quer no envio para quem pudesse ser o seu leitor crítico