30 Novembro 2021, Terça-feira
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Executivo da Junta e mesa da Assembleia de Freguesia da Quinta do Conde apenas com eleitos do PS

Sem acordos prévios, Carlos Pólvora, novo presidente, vai apostar nos consensos pontuais

 

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O edifício sede da Junta de Freguesia da Quinta do Conde recebeu, na noite de sábado, 16, o acto de instalação da Assembleia de Freguesia, com o PS a conseguir ficar com todos os lugares no executivo e na mesa da assembleia.

Embora sem acordos prévios, a oposição viabilizou os órgãos da maioria relativa socialista e, para o futuro, o novo presidente vai apostar nos entendimentos pontuais.

As listas do PS para os órgãos de freguesia foram ambas provadas por maioria. No executivo, para acompanhar o presidente Carlos Pólvora foram eleitos outros seis socialistas, nomeadamente Bruno Costa, Ivan Svac, Ana Luísa Cabrita, Júlio Pimenta, Carla Sá Rodrigues e Genoveva Purificação. Para a mesa da Assembleia de Freguesia, Ramiro Ramos (PS) foi eleito presidente, seguido de Cláudia Duarte (PS), primeiro-secretário, e Mara Silva (PS), segundo-secretário.

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Os eleitos para o executivo foram substituídos, na Assembleia de Freguesia, por Rui Carvalho, Ramiro Ramos, Ana Paula Sousa, Maria Roseiro Santos, Hélder Pacheco, que não compareceu, Cláudia Duarte e Mara Silva. A acta da reunião foi votada por unanimidade e o executivo realizou a sua primeira reunião extraordinária no dia seguinte, domingo.

Depois de instalada a Assembleia de Freguesia da Quinta do Conde, pela presidente cessante Helena Cordeiro, composta para o quadriénio 2021-2025, iniciou funções Carlos Pólvora, enquanto novo presidente da Junta de Freguesia da Quinta do Conde.

Num momento simbólico, recebeu as chaves do edifício, das mãos de Vítor Antunes, anterior presidente dos quintacondenses, presidindo de seguida à primeira sessão da Assembleia de Freguesia, na qual participaram os primeiros candidatos de cada lista concorrente com as suas intervenções.

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Eleitos partilham preocupações para os próximos quatro anos

Ema Fuzeta, do MSU, começou por dizer que “o MSU quer para a freguesia o mesmo que todas as pessoas que nela vivem, trabalham ou estudam: mais serviços, melhores cuidados de saúde, mais educação e segurança, melhores transportes, mais descentralização, mais limpeza, maior valorização do comércio local e maior promoção de emprego”, partilhando de seguida a sua preocupação perante “o desinteresse e afastamento de grande parte da comunidade da política e da democracia e a elevada abstenção”. Propôs ainda que todas as Assembleias de Freguesia da Quinta do Conde passem a ser transmitidas online.

Teófila Matos, do BE, revelou conhecimento aprofundado sobre o funcionamento do Serviço Nacional de Saúde e “a precariedade existente na freguesia a esse nível”. Prometeu, nas suas palavras, “defender os interesses da população. A minha maior luta será sem dúvida por um SNS igual para todos os quintacondenses”.

Para Graciete Carvalho, do PSD, “com o nosso programa ‘Faz acontecer’ comprometemo-nos a fazer tudo o que for necessário e estiver ao nosso alcance para melhorar a qualidade de vida dos quintacondenses”. A social-democrata apelou à participação dos fregueses e garantiu que “a freguesia está no topo das preocupações e neste caso a política partidária ficará sempre à parte”.

Bruno Máximo, pelo Chega, começou a sua intervenção com um agradecimento ao presidente da freguesia cessante, Vítor Antunes, reconhecendo “o crescimento da nossa vila nos últimos três mandatos” e partilhando “a ambição de uma vila virada para o futuro e modernidade. Tudo faremos para que estes quatro anos sirvam de alavanca para o que ambicionamos para a nossa vila no futuro: a elevação a cidade e a concelho”.

Garantiu ainda que a freguesia pode “contar com o Chega para todas as medidas nesse sentido, independentemente do partido de onde venham. Temos um bem maior em comum”.

De acordo com João Valente, eleito pela CDU, “a ideia central é contribuir construtivamente para uma vida melhor na Quinta do Conde. Estamos aqui para trabalhar em prole dos quintacondenses. Valorizamos muito a obra alcançada e abraçamos os novos projectos que possam surgir, indo ao encontro dos reais anseios da população”.

Carlos Pólvora, eleito presidente da Junta de Freguesia, pelo PS, terminou a ronda de intervenções, afirmando que “o voto é arma do povo” e expressando também a sua preocupação com “a elevada percentagem de abstencionismo que coloca a freguesia nos mais altos patamares do país. Temos de tornar fundamental neste mandato o trabalho de cidadania para com os nossos fregueses para contrariar esta tendência”.

De acordo com o autarca, o trabalho do novo executivo “será sempre influenciado por aqueles que de uma forma séria queiram trabalhar connosco, apresentando as suas propostas. O mais importante é a contribuição de todos para o bem-estar dos cidadãos quintacondenses”. 

De acordo com os resultados das eleições autárquicas para a Assembleia de Freguesia, o Partido Socialista (PS) elegeu sete mandatos, a Coligação Democrática Unitária (CDU) seis, o Chega três, e o Partido Social Democrata (PSD), o Bloco de Esquerda (BE) e o Movimento Sesimbra Unida (MSU) um mandato cada.

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