Entre meados dos anos sessenta e o início dos anos setenta, por altura das férias de Verão, mio Padre fazia-nos (a mim e à Mamma) a seguinte pergunta, seguida de votação no ar
A direita ganhou e a extrema-direita está mais forte. Isso abre portas a retrocessos na igualdade, nos direitos laborais, nos serviços públicos, sabemo-lo por experiência e pela literatura
Um daqueles acontecimentos mais marcantes e horríveis descrito nos “livros sagrados”*. Herodes, ao ser-lhe comunicado que numa pequena cidade tinha nascido o prometido Salvador dos judeus
A revolução faz cinquenta anos, eu, mais dez. E toda a minha vida adulta decorreu após a grande mudança de regime e como tal, as memorias que guardo sobre a ditadura, são mais herdadas do que vividas.
Todas as ditaduras, quer sejam de matriz comunista, quer fascista, caracterizam-se por não haver espaço para as oposições; o modus operandi é o mesmo, pelo que, quaisquer vestígios de contestação, eram e são punidos com a prisão, o degredo, a tortura e o assassínio
Nos últimos tempos, voltei ao futebol, agora como espectador. Tive a oportunidade de assistir a dois clássicos do futebol do nosso distrito, o Grupo Desportivo Fabril/Futebol Clube Barreirense e o Futebol Clube Barreirense/Vitória Futebol Clube.
“É preciso mudar este mundo e depois mudar este mundo mudado”, dizia um filósofo celebre querendo dizer que a vida social era (e é!) um processo em evolução permanente, em que nada é estático.