15 Maio 2024, Quarta-feira

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Mário Moura

Mário Moura

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Passou um bem disputado período eleitoral. Passaram as eleições com boa participação, sinal de que o povo desejava mudar de vida.
Passou a Páscoa, a maior celebração do Cristianismo desde há muitos séculos.
Um daqueles acontecimentos mais marcantes e horríveis descrito nos “livros sagrados”*.  Herodes, ao ser-lhe comunicado que numa pequena cidade tinha nascido o prometido Salvador dos judeus
“É preciso mudar este mundo e depois mudar este mundo mudado”, dizia um filósofo celebre querendo dizer que a vida social era (e é!) um processo em evolução permanente, em que nada é estático.
Ouvi há dias uma longa entrevista do nosso novo bispo, na RTP e – confesso – adorei!
Não estou preocupado com o “anticiclone dos Açores” ou “a corrente fria” que vem do norte de África.
Aproxima-se um período forte da Igreja Católica – a Quaresma -, preparatório da grande festa cristã que assinala a morte e a ressurreição de Jesus Cristo: A Páscoa.
Na nossa observação de há uma semana concluíamos que a situação, nas suas várias vertentes, em que observamos o mundo atual em que vivemos
Terminaram os congressos e os anúncios de coligações.
Eis uma palavra muito pouco conhecida no seu significado.
O mundo em que vivemos está a atravessar um período digno duma tragédia grega.
O povo judeu, já lá vão uns milhões de anos, quando os seres humanos se espalhavam pelo planeta, e todos prestavam homenagem a forças “superiores”, e quando esses deuses se multiplicavam
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