Município do Barreiro vai candidatar cidade a Capital Portuguesa da Cultura 2028

Município do Barreiro vai candidatar cidade a Capital Portuguesa da Cultura 2028

Município do Barreiro vai candidatar cidade a Capital Portuguesa da Cultura 2028

Declaração inicial da comissão promotora da candidatura foi aprovada esta quarta-feira pelo executivo municipal

O primeiro passo foi dado esta quarta-feira com o executivo municipal do Barreiro a aprovar, por unanimidade, uma declaração inicial para candidatar a cidade a Capital Portuguesa da Cultura 2028.

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O documento foi apresentado pela vereadora da Cultura, Sara Ferreira, durante a reunião pública de câmara desta manhã, e é subscrito pela comissão promotora da candidatura, que integra dez nomes.

São signatários Frederico Rosa, presidente da autarquia, a vereadora Sara Ferreira, o historiador Pacheco Pereira, da Ephemera, Alexandre Farto (Vhils), Jorge Quintas, da Fundação Amélia de Mello, Carla Pacheco, presidente da Associação para o Desenvolvimento de Artes e Ofícios (ADAO), Rui Dâmaso, da OUT.RA, Jorge Moniz, músico e professor universitário, Tim Ralston, da PADA Studios, e Jorge Cardoso, diretor da companhia Arte Viva.

Nesta fase, o objetivo “é envolver toda a cena cultural do Barreiro” na construção da candidatura do Barreiro a Capital Portuguesa da Cultura para 2028, diz Frederico Rosa. Apesar de reconhecer que normalmente saem vencedoras do concurso promovido pelo Governo “grandes cidades, capitais de distrito”, o autarca considera que o Barreiro “tem condições” para se afirmar. Desde logo pela… diferença. “Acreditamos que esta nossa candidatura faz sentido e que poderemos ser bastantes diferenciadores”, vinca, sem deixar de apontar alguns dos fatores que podem pesar na balança. “Este é um território em franco desenvolvimento, que vai contar com projetos estruturantes – como o aeroporto, a terceira travessia sobre o Tejo e outros –, o que torna ainda mais justificável a aposta na nossa cidade.”

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Durante a sessão de câmara, Sara Ferreira já havia frisado que a candidatura do Barreiro “sai fora da caixa”. E antes de ler a declaração da comissão promotora lembrou: “Não somos uma cidade de monumentos, não somos uma cidade de museus, mas somos uma cidade de história e cultural, de indústrias criativas, de muito património associativo, de muito património industrial, de muita memória e de muito trabalho. Achamos que estamos em condições, junto de todos os parceiros, de apresentarmos uma candidatura neste sentido”.

No documento é defendido que a candidatura constitui “uma oportunidade para reforçar e sistematizar o trabalho em rede não só com os agentes culturais locais, mas também com os regionais e nacionais”. “É uma oportunidade para reforçar laços entre agentes culturais, entidades públicas, o mundo empresarial, a academia e a sociedade civil. É ainda uma oportunidade para requalificar espaços públicos, recuperar património histórico e melhorar equipamentos culturais”, reforçam os signatários no texto.

O prazo para apresentação de candidaturas, por parte dos municípios, é de 150 dias, de acordo com o aviso publicado a 30 de abril último em Diário da República. A candidatura vencedora será anunciada a 9 de dezembro deste ano.

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