O responsável explica por que razão a ratificação do contrato com o Grupo TAVFER vai a votos nesta quinta-feira, detalha o negócio dos terrenos de Vale de Cobro e lança o alerta: um “chumbo” atirará o clube para o abismo financeiro e para salários em atraso. “Não há plano de contingência, haverá uma emergência”, frisa