Paulo Maia e António Cachaço acompanharam fiscalização com outras equipas da autarquia setubalense
O caneiro da Ribeira do Livramento está em boas condições para escoamento das águas no próximo inverno. A conclusão foi retirada depois de avaliação das equipas de prevenção, que decorreu na passada quarta-feira.
A visita composta por um grupo de 19 visitantes, incluiu os vereadores Paulo Maia e António Cachaço, equipas da Proteção Civil da Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal, dos Bombeiros Voluntários de Setúbal e dos Serviços Municipalizados de Setúbal (SMS), trabalhadores da câmara municipal e o comandante da PSP de Setúbal, Miguel Valverde.
A infraestrutura transporta águas pluviais desde Palmela e desagua no rio Sado, na zona da doca do Clube Naval Setubalense, passando primeiro pela bacia de retenção da Várzea.
“Desta visita resultou que o caneiro se encontra em condições. Tem umas pequenas zonas que carecem de uma pequena limpeza, nada de preocupante, o que nos deixa satisfeitos com esta visita e preparados para aquilo que vier no inverno”, lê-se em comunicado enviado a O SETUBALENSE.
Paulo Maia considera que “a visita foi uma mais-valia” e salientou que o município e as entidades dedicadas à manutenção e proteção têm uma preocupação “com a segurança e com o socorro”.
O autarca aponta ainda que a visita foi realizada “em excelentes condições de segurança”, que começou numa caixa de entrada localizada na Avenida 22 de Dezembro e percorreu em direção ao rio.
No fim da visita, o vereador agradeceu a presença de todos os participantes e destacou a importância do trabalho conjunto entre as várias entidades, sobretudo na preparação para os meses de maior pluviosidade.
Recordou ainda que o último inverno “foi extremamente rigoroso”, o que motivou a preocupação em “saber qual era o estado do caneiro” e a sua capacidade para escoar “todas as águas que podem aparecer”. O objetivo é garantir que a infraestrutura se encontra preparada para responder às condições meteorológicas dos próximos meses, na expectativa de que o próximo inverno “não seja tão rigoroso”.