Bombeiros de Setúbal, Palmela e Sesimbra tiveram de ser assistidos por exaustão

Bombeiros de Setúbal, Palmela e Sesimbra tiveram de ser assistidos por exaustão

Bombeiros de Setúbal, Palmela e Sesimbra tiveram de ser assistidos por exaustão

Fogo que deflagrou no Vale do Cobro e chegou até ao Faralhão estava em fase de rescaldo às 9h51 desta manhã. Um civil assistido por inalação de fumo

À uma hora da madrugada deste sábado estava dominado o incêndio, que teve origem ao início da tarde desta sexta-feira num carro na Rua da Cascalheira, no Vale do Cobro, e que se alastrou por uma zona de mato até ao Faralhão, chegando a mobilizar para Setúbal cerca de 300 operacionais. E oito minutos depois já se encontrava “em fase de resolução”, disse a O SETUBALENSE fonte da Câmara Municipal de Setúbal, que adiantou ainda que “foram registados oito feridos ligeiros”. Tiveram de ser assistidos “sete bombeiros por exaustão” e “um cidadão por inalação de fumo”.

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Os bombeiros pertencem todos a corporações da região: “Três de Setúbal (Sapadores), três de Palmela e um de Sesimbra”, adiantou a mesma fonte. Houve ainda um civil que “sofreu uma entorse”, mas não foi contabilizado por a situação “não resultar diretamente da ação do incêndio”.

Às 9h51 da manhã deste sábado o fogo já estava “em fase de rescaldo”, não existindo àquela hora quaisquer focos ativos. Mantinham-se então no teatro de operações “um total de 62 operacionais e 26 veículos”.

O incêndio obrigou à evacuação, por precaução, de 25 habitações, num total de 60 pessoas, que cerca das 23h00 de sexta-feira permaneciam na via pública sem autorização para regressar a casa, avançou o major Sérgio Fonseca, do Comando-Geral da GNR, à agência Lusa.

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No combate às chamas chegaram a estar envolvidos 291 operacionais, apoiados por 87 veículos, e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) montou um centro de operações no Instituto Politécnico de Setúbal.

Paulo Maia, vereador da Câmara Municipal de Setúbal responsável pelo pelouro da Proteção Civil, acompanhou a evolução dos trabalhos e enalteceu a entrega e o espírito de entreajuda de todos no combate ao sinistro.

“Estive desde a primeira hora no posto de comando das operações a acompanhar a situação e só posso testemunhar e agradecer o envolvimento e dedicação de todos”, disse a o SETUBALENSE o autarca, que fez questão de reforçar os agradecimentos.

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“Um muito obrigado em nome do município, aos bombeiros que estiveram no terreno, a todas as companhias e corporações, à Proteção Civil, às forças de segurança (GNR, PSP e Polícia Marítima), às instituições e particulares que cederam água e alimentação, ao Instituto Politécnico, que na pessoa da sua presidente nos cedeu as instalações para a montagem do posto de comando das operações, aos trabalhadores da Câmara e unidades locais da proteção civil das freguesias e a todos os munícipes pela colaboração… A todos os que estiveram presentes, mas que seria impossível, agora, de nomear”, vincou.

“A coordenação efetuada pelo comando da sub-região da ANEPC da Península de Setúbal foi fantástica e ninguém virou a cara à luta contra a situação que enfrentámos”, realçou, a concluir. Com Lusa

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