O mal vai vencendo o bem

O mal vai vencendo o bem

O mal vai vencendo o bem

17 Abril 2026, Sexta-feira
Professor

Vivemos tempos de sofrimento, morte, falta de respeito pelo Ser Humano, quer se trate de homem, mulher ou criança. Mata-se, destrói-se, sem se saber muito bem a razão: o ódio vence o amor!

O que motivará os senhores da guerra?  A insaciável ganância cega-os, desumaniza-os, transforma-os em bestas humanas?  Um homem que é pai manda matar centenas, milhares de crianças! Um homem que é filho, manda matar milhares de pais! Militares violam mulheres que são mães- todos temos uma mãe que amamos-  violam adolescentes. O mal está a vencer o bem, contudo ainda há Pessoas com amor nos corações mais que suficiente para vencer o mal!

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Nos últimos dias realizaram-se as maiores manifestações de sempre nos E.U.A, em Israel os bons também se manifestam, por vários países europeus sucedem-se coros de milhares de Pessoas contra a guerra. Sim, há países onde essas manifestações jamais seriam permitidas, logo não será estranho que elas não aconteçam, por exemplo, na Rússia.

Todos devemos levantar a voz contra o ódio, contra os que tudo fazem para destruir as instituições democráticas, última barreira à vitória total do ódio. Todos devemos ser Teresa Morais, todos devemos rejeitar um regresso ao passado. Os últimos cinquenta e dois anos foram os mais belos da História de Portugal, por exemplo, a mortalidade infantil diminuiu de mais de 70 por mil, para menos de três, as mulheres passaram a ter direitos que jamais tinham alcançado, o burro deixou de ser o meio de transporte mais usado nos campos de Portugal, a Guerra Colonial acabou, foi criado o SNS que salvou milhares de vidas, o acesso à educação tornou-se um direito de todos, o trabalho infantil desapareceu. Só em democracia, «todos, todos, todos» somos livres para lutar contra as injustiças. Lutar, por vezes, parece uma ação inglória, pois, aparentemente, os maus, os que têm os corações cheios de ódio, vencem sempre, mas se olhamos para a História da Humanidade, encontraremos avanços e recuos, mas os avanços foram-se impondo aos recuos. É preciso acreditar, é preciso manter a esperança, esperança transmitida à Humanidade por Jesus quando sofria pregado na cruz, quando os maus, aparentemente, venceram o Bom: «Pai, entrego-me nas suas mãos!»

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