20 Janeiro 2022, Quinta-feira
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O bem comum

O que consideramos o bem comum?

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O objetivo de quem nos governa é – pensa muita gente-  atingir e aumentar o bem comum, em paz, é resolver  os problemas da sociedade, dar casa a quem não a tem, melhorar os transportes, promover o ensino,  viver em segurança, desenvolver o PIB nacional , diminuir a nossa dívida externa e dar um sistema de saúde forte em organizado, ser um mentor de paz e bem estar.    Mas o que se entende por “bem comum?” Que resposta obteremos se fizermos um inquérito de rua aos vários tipos de pessoas que cruzamos? Certamente as respostas seriam muito diferentes consoante. o tipo social da pessoa abordada  Uns diriam realmente que queriam ter casa própria, outros certamente diriam que deviam pagar menos impostos, outros mais esclarecidos da “coisa política” falariam de melhores  e mais direitos para quem trabalha e alguns verdadeiramente politizados dariam respostas ao jeito das  suas políticas partidárias – e tudo isso se englobaria no cada um pense no que é o “bem comum”.   A maioria dessas respostas seriam impregnadas pelo individualismo que impregna o nosso mundo atual. A quase totalidade esqueceria os problemas sociais que estão na base da pobreza, esqueceriam a quantidade de seres humanos que o nosso sistema atual centrifuga para as periferias dá sociedade, talvez alguns tivessem uma palavra para os problemas dos refugiados de guerras e opressões de outros países, e alguns aproveitariam a oportunidade para vociferarem contra quem os governa. No fundo todos teriam em mente que desejam a melhoria do “bem comum”. Mas voltamos a fazer a nossa pergunta inicial – o que é o “bem comum?”   Será que alguns pensam, ao responder, na ameaça das alterações climáticas?  Algum pensa que em outas terras não muito longínquas há miséria, fome e opressão? Alguém se lembra ao responder que falta em muitos ligares esse bem precioso que é a Liberdade? Será que poucos nos falariam desta sociedade de consumo que nos enche de coisas não essenciais que apenas enchem os bolsos duma meia dúzia de privilegiados, donos do dinheiro que na prática governam o nosso mundo? Alguém se lembra ao responder ás nossas perguntas que esses donos do dinheiro verdadeiramente nos exploram a todos, e ás vezes até nos roubam descaradamente (como esse foragido que fez o que quis da nossa justiça) ? Alguém pensa que é o atual sistema económico que proporciona este fosso entre classes?

Vêem estas reflexões ao pensarmos num movimento, essencialmente de jovens, que reflete sobre o que se intitula “a economia de Francisco”, e que  já alastra pelo mundo inteiro sem olhar a raças, cores de pele, sexo ou religiões. E a adesão a tal projeto de mudança é da juventude que vê o seu futuro ameaçado até na sustentabilidade da nossa “mãe terra” permanentemente agredida pela exploração intensa de bens que só ela produz – minérios, Petr óleo, madeiras e oitos bens – tudo provocando um atentado ao que se chama de “biodiversidade”. E essa “economia de Francisco” pretende pôr termo a essas agreções, pretende acabar com fossos sociais, pretende acabar com a pobreza, com as guerras, pretende, numa palavra, desenvolver o “bem comum” em todos os países. E isso obtém-se cultivando a fraternidade entre os homens, introduzindo-se no coração dos homens a certeza de que ninguém se salva sozinho pois todos somos irmãos !

E essa juventude que está acordando para os perigos que estamos vivendo necessita do nosso apoio da mesma maneira que está fazendo o Papa Francisco – juntemos os nossos esforços para a criação duma sociedade nova…..pós pandémica!

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