Durante cinco dias várias caminhadas com diferentes níveis de dificuldade, levaram cerca de 50 caminhantes a percorrerem a ilha
A paisagem natural e inebriante da açoriana Ilha Terceira foi o palco tão fantástico, quanto difícil, para a caminhada número 200, do GDUA, Grupo Desportivo Unidos do Arco, de Corroios.
Durante cinco dias várias caminhadas com diferentes níveis de dificuldade, levaram cerca de 50 caminhantes a percorrerem a ilha de uma ponta à outra, por entre caminhos por vezes de difícil acesso, que proporcionaram aos caminhantes paisagens deslumbrantes e uma rara comunhão com as belezas naturais da ilha. Monte Brasil, Algar do Carvão, Mistérios Negros, Malha Grande, Biscoitos, Pico do Negrão, foram apenas alguns dos pontos de referência numa ilha com uma infinidade de caminhos a descobrir.

A caminhada 200 marca simbolicamente um percurso deste grupo, percurso iniciado em 2018, assente na capacidade organizativa, de liderança e de uma enorme paciência e boa vontade de um grupo de guias liderado por Franklim Camacho.
Ao longo dos oito anos de existência, o grupo organizou caminhadas em diferentes pontos do País, permitindo-me destacar as duas oceânicas, com mais de 40 quilómetros de extensão e que reuniram 250 pessoas, número máximo permitido pelas autoridades ambientais, as realizadas na Costa Vicentina e na Ilha da Madeira.
Uma média de 70 a 80 pessoas marca o número de participantes em todas as caminhadas do GDUA, cuja idade média, ronda os 50 anos, e que inclui participantes septuagenários.