A intervenção incluiu ainda a renovação de vários elementos considerados essenciais ao funcionamento do pontão
O Porto Setúbal concluiu a requalificação do Pontão Sul de apoio às embarcações marítimo-turísticas na Doca das Fontainhas Nascente, em Setúbal, numa intervenção destinada a reforçar as condições de segurança e acessibilidade nas operações de embarque e desembarque de passageiros.
Os trabalhos, concluídos no final de julho, permitiram restabelecer o funcionamento da infraestrutura, através da substituição integral da estrutura metálica existente, que apresentava sinais de oxidação, por uma nova estrutura em aço, equipada com proteção contra a corrosão. A intervenção incluiu ainda a renovação de vários elementos considerados essenciais ao funcionamento do pontão.
Com a conclusão da empreitada, o Pontão Sul encontra-se novamente operacional e já está a ser utilizado pelos operadores marítimo-turísticos e restantes utentes da Doca das Fontainhas Nascente.
Segundo o Porto Lisboa-Setúbal, esta intervenção integra uma estratégia mais ampla de valorização das infraestruturas de apoio à atividade marítimo-turística no estuário do Sado, procurando “melhorar, de forma concertada, as infraestruturas de apoio à atividade marítimo-turística”, contribuindo para “operações mais seguras, eficientes e adequadas às necessidades dos operadores e dos passageiros”.
A requalificação do pontão surge na sequência de outra intervenção recentemente concluída pela administração portuária na Doca de Pesca de Setúbal, onde foi instalada uma nova plataforma flutuante modular destinada às operações de embarque e desembarque de passageiros.
A nova infraestrutura, com cerca de 33 metros de comprimento e dois metros de largura, foi construída para aumentar a capacidade operacional durante os períodos de maior afluência turística, respondendo ao crescimento da procura associado às atividades marítimo-turísticas na região.
De acordo com o Porto Lisboa-Setúbal, ambas as intervenções refletem “uma estratégia articulada de qualificação das infraestruturas de apoio à atividade marítimo-turística”, acompanhando “a valorização da oferta associada ao estuário do Sado e à Serra da Arrábida”.