ULS Almada-Seixal com taxas de gravidez por transferência embrionária acima dos 40% 

ULS Almada-Seixal com taxas de gravidez por transferência embrionária acima dos 40% 

ULS Almada-Seixal com taxas de gravidez por transferência embrionária acima dos 40% 

Em 15 anos já ajudou a nascer 1.808 bebés e apoiou mais de 3.390 famílias, superando a média europeia

O Centro de Infertilidade e Reprodução Medicamente Assistida (CIRMA) da ULS Almada-Seixal (ULSAS) – entretanto Centro de Responsabilidade Integrado Fertilidade (CRI Fertilidade) – completou hoje, 20 de maio, 15 anos de existência e de uma missão que já permitiu ajudar a nascer 1.808 bebés e apoiar mais de 3.390 famílias.

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Este é o único centro público a sul do País autorizado a ministrar técnicas de procriação medicamente assistida (PMA), oferecendo tratamentos de 1.ª linha – inseminação intrauterina (IIU) e de 2.ª linha – fecundação in vitro (FIV) e microinjeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI).

 Desde que iniciou atividade, em junho de 2010, o CIRMA da ULS Almada-Seixal, fruto das técnicas realizadas, tem conseguido “taxas de gravidez por transferência embrionária acima dos 40%, superando a média europeia. Ao todo foram já realizadas mais de 4.000 FIV e ICSI, mais de 3.500 Transferências de Embriões Criopreservados (TEC) e cerca de 1.720 IIU”, o gabinete de comunicação da ULSAS.

A estes números, somam-se, ainda, “largos milhares de consultas, milhares de cirurgias e 199 preservações de fertilidade feminina e 333 preservações de fertilidade masculina, na maioria dos casos pré-quimioterapia e em contexto de doença oncológica”.

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Entretanto, recentemente foi criada consulta de aconselhamento reprodutivo para jovens adultos sobreviventes de cancro na infância, que fizeram tratamentos com impacto na fertilidade, e que são referenciados pelo Instituto Português de Oncologia de Lisboa.

No CRI Fertilidade da ULSAS são seguidas famílias de toda a Península de Setúbal (55%), do Alentejo e do Algarve (35%) e da grande Lisboa, Ribatejo e outras regiões (10%). 

Nos primeiros três meses deste ano, o CRI Fertilidade da ULSAS registou 471 primeiras consultas de fertilidade, mais 74% do que em igual período de 2024, antes da criação do CRI. O aumento do acesso traduziu-se também numa diminuição do tempo de espera – o tempo de espera para 1.ª consulta reduziu para quase metade nestes dois anos de CRI.

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A melhoria no acesso verificou-se, igualmente, ao nível dos tratamentos de PMA, com destaque para os tratamentos de 2.ª linha, que “mais do que duplicaram comparativamente com o período homólogo de 2024 – de 56 tratamentos, no primeiro trimestre de 2024, para 136, no primeiro trimestre deste ano. A utente há mais tempo a aguardar o 1.º agendamento de FIV foi inscrita há 5 meses. Antes da constituição do CRI, o tempo de espera para tratamentos rondava os 15 meses”, refere nota de Imprensa do gabinete de comunicação.

O CRI Fertilidade é composto por uma equipa multidisciplinar de profissionais altamente especializados – 4 médicos especialistas de Ginecologia/Obstetrícia, 3 biólogos (embriologistas), 4 enfermeiras, 2 assistentes técnicas, 3 técnicas auxiliares de saúde – e 1 administradora hospitalar. Colaboram, ainda, com o CRI Fertilidade 1 psicóloga, 2 endocrinologistas, 1 geneticista, assim como especialistas de anestesiologia e urologia.

“É com enorme orgulho que festejamos estes 15 anos. São 15 anos de muitas conquistas, de avanços e de grande excelência e humanização dos cuidados. Estamos convictos que a criação deste CRI se trata de uma aposta vencedora e que se tem traduzido numa verdadeira melhoria do acesso a técnicas de procriação medicamente assistida. O nosso desejo é que este caminho seja continuado de forma a conseguirmos dar ainda mais resposta à população que servimos, numa área de cuidados tão nobre quanto esta”, afirma Pedro Correia Azevedo, presidente do Conselho de Administração da ULSAS.

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