Dores Meira afirma que a publicação da CDU sobre a discussão com Nuno Costa está “fora de contexto”

Dores Meira afirma que a publicação da CDU sobre a discussão com Nuno Costa está “fora de contexto”

Dores Meira afirma que a publicação da CDU sobre a discussão com Nuno Costa está “fora de contexto”

O vereador Nuno Costa reitera que “é inquestionável que tenha sido impedido de usar da palavra” quando tinha esse direito para responder a um munícipe

Maria das Dores Meira, referiu ontem em reunião de câmara, que foram tiradas “fora de contexto” as declarações publicadas pela CDU nas redes sociais, onde a autarca não cedeu a palavra ao vereador Nuno Costa.

Segundo a mesma, a palavra não foi concedida ao vereador, porque as suas intervenções já teriam ultrapassado seis minutos de duração, quando o limite são três, e que naquele momento só poderia usar da palavra para responder ao munícipe e não “para fazer um ataque”, refere a presidente.

Em defesa da honra, Nuno Costa, afirma que “é falso que não tenha respondido ao munícipe” e desmente ainda as palavras da autarca, reforçando que as alegadas intervenções que ultrapassaram os 6 minutos são “mentira”. Para o vereador “é inquestionável que tenha sido impedido de usar da palavra indevidamente”, sublinhou.

Fernando José, afirma que este comportamento por parte da atual presidente “não é uma surpresa”, tendo em conta o que acontecia nos mandatos passados. “A atitude não foi diferente das que tinha nos mandatos anteriores, a diferença é que antes as reuniões não eram transmitidas”, sublinhou.

Em resposta ao vereador Fernando José, Maria das Dores Meira, reitera que tal como “nesses tempos”, o vereador do Partido Socialista, na sua intervenção “aproveitou para dizer mentiras”.

Sobre o assunto, Paulo Maia, refere que, ao vereador Nuno Costa “foi concedida a palavra sempre que a solicitou”, enquanto o fez dentro dos limites do regimento.

Também na reunião pública foram questionadas as competências do advogado Vítor Hugo do Carmo, na Câmara Municipal de Setúbal.

O tema levantado, surge na sequência de uma reunião que, segundo o vereador do movimento independente Setúbal de Volta, Paulo Maia “foi tida no sentido de questionar as pessoas que lá estavam para saber se o Dr. Vítor Hugo tinha ido além das suas competências”.

Segundo Fernando José, nessa reunião “foram ameaçados trabalhadores da câmara municipal”, sublinhando ainda que tal comportamento “é inaceitável” em tempo de democracia.
Maria das Dores Meira, refere que ninguém foi ameaçado e esclarece, “só perguntei aos funcionarios se o Dr. Vítor Hugo ultrapassava o limite das suas competências”.

Outro momento da sessão envolveu a vereadora Ana Carvalho, que pediu explicações acerca das casas de banho que estão encerradas ao público no Parque do Bonfim, argumentando que o parque tem afluência de muitas famílias. Maria das Dores Meira, esclarece que isto resulta exclusivamente da falta de pessoal para trabalhar ao fim de semana, nessas funções.

Foram ainda discutidas, questões como a iluminação junto ao cemitério da Paz e no jardim do Bonfim, a necessidade de requalificação do recinto de futebol do Parque de Vanicelos e constrangimentos em estradas do concelho.

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