5 Dezembro 2022, Segunda-feira
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Ministro da Saúde garante a autarcas da região que bloco de partos no Barreiro não vai fechar

Garantia foi dada ontem pelo governante, em reunião com os presidentes das câmaras de Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete

 

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O ministro da Saúde, Manuel Pizarro, garantiu ontem aos presidentes das câmaras de Barreiro, Alcochete, Moita e Montijo que o bloco de partos da unidade hospitalar barreirense não será encerrado.

A informação – que vem confirmar a notícia avançada por O SETUBALENSE em 13 de Outubro último (https://osetubalense.com/ultimas/2022/10/13/urgencias-de-obstetricia-na-peninsula-de-setubal-vao-manter-se-abertas-garante-fonte-proxima-do-ministro-a-o-setubalense/) – foi transmitida pelo governante durante a audiência concedida esta quarta-feira aos autarcas. Uma audiência que foi pedida pelos quatro presidentes de câmara na sequência de um estudo da Comissão de Resposta em Urgência de Ginecologia, Obstetrícia e Bloco de Partos que foi tornado público pelo jornal Expresso e no qual era recomendado o fecho do referido serviço no Centro Hospitalar Barreiro Montijo (CHBM), bem como noutras unidades hospitalares.

O ministro, segundo Frederico Rosa, presidente da Câmara do Barreiro, reconhece que “existe um problema no País”, com o território a apresentar uma situação melhor do que Setúbal e Almada, tendo assegurado que “a situação tem de ser revolvida” a nível nacional, na medida em que se “tem de encarar o problema de frente”. De acordo com o autarca, o ministério encontra-se actualmente a trabalhar para solucionar o problema que afecta os serviços de obstetrícia de várias unidades hospitalares.

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Porém, a questão do encerramento do bloco de partos do CHBM, esclareceu o ministro aos autarcas, “não está em cima da mesa”. “Todos em conjunto ficámos mais descansados”, disse Frederico Rosa, salientando que esta mensagem “acaba por ser uma notícia importante para todos”.

O presidente da autarquia barreirense confessou que “achava estranho” a proposta, até porque o Hospital do Barreiro “nunca foi envolvido em nenhum estudo” sobre a questão. Frederico Rosa revelou que ontem voltou a falar sobre o assunto com a presidente do Conselho de Administração do CHBM, Teresa Carneiro, que também “voltou a estranhar” que o problema continuasse a gerar “algum alarme social” junto da comunidade. E a terminar realçou a importância de ter sido dada “uma resposta cabal sobre a situação”.

Já Carlos Albino, presidente da Câmara da Moita, adiantou as explicações dadas pelo governante em relação ao estudo que foi tornado público.

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“O que foi dito é que não passava de um estudo preliminar e que o ministro […] não estaria a equacionar fazer esse tipo de encerramento. Uma coisa dessas necessitaria de uma avaliação mais aprofundada, o que não irá acontecer neste momento”, disse Carlos Albino.

Segundo o autarca, o balanço da audiência “não poderia ter sido mais positivo”. “Saímos [do encontro] com a forte convicção que, à partida, essa situação [de encerramento] não irá avançar, sendo que se avançasse […] seriamos fortemente contra, mas não foi com essa convicção que saímos de lá”, indicou.

De acordo com uma notícia avançada pelo Expresso, o grupo de peritos encarregue de propor uma solução para as urgências de obstetrícia e blocos de partos nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) propôs ao Governo o fecho do atendimento SOS em dois hospitais da Grande Lisboa e dois na área geográfica da administração regional do Centro: as urgências obstétricas de Vila Franca de Xira, Barreiro, Covilhã e Castelo Branco.

Unidade de saúde instala Tomografia Computorizada

A audiência decorreu no mesmo dia em que a unidade hospitalar do Barreiro anunciou que vai proceder à instalação de um equipamento de Tomografia Computorizada (TC) móvel, que ficará situado junto ao serviço de Urgência Geral. “A instalação deste contentor está relacionada com a substituição” do equipamento do serviço de Imagiologia, que garante “a continuação do acesso dos utentes a estes exames”. O apetrecho móvel vai permanecer no local durante o período de tempo em que forem efectuadas as obras de beneficiação no espaço que vai receber o novo TC, que “contribuirá para melhorar a qualidade dos cuidados a prestar”. Com Lusa

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