O crime aconteceu na manhã de 14 de outubro de 2024 na casa onde vivia com os dois filhos, de quatro e cinco anos, aproveitando que a mãe tinha saído para trabalhar
Arguido estava acusado de recrutar jogadores de futebol de nacionalidade estrangeira sem que estes tivessem o necessário visto para o exercício da atividade desportiva
Os juízes conselheiros tiveram em conta a extrema gravidade da actuação da arguida que violou severamente os deveres de zelar pela segurança e protecção da menor
Acusação do MP considera que Bruno engendrou um esquema para satisfazer o vício da droga, visto que não tinha trabalho e vivia com a mãe, que o suportava
Acusado está proibido de exercer uma profissão, emprego, funções ou actividades, públicas ou privadas, cujo exercício envolva contacto regular com menores