“Na verdade, precisamos de ter uma redundância na capacidade de aceder ao Porto de Sines e esta é a redundância. Ou seja, Sines, Alcácer do Sal, Ourique, Beja e, depois, Caia”
“Os apoios que estão a ser divulgados [pelo Governo] são completamente irrisórios para a situação de calamidade e de tragédia que temos no concelho”, diz Clarisse Campos
Clarisse Campos explicou que o caudal do rio subiu porque “o período de maré cheia, que atingiu o pico às 11h30, coincidiu com as descargas das barragens”, devido à chuva.
“Tivemos algumas inundações na zona mais baixa da cidade, junto à Ribeira Velha, mas foram prontamente resolvidas pelos bombeiros”, afirmou a presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal
“Ainda não conseguimos avaliar esses prejuízos e, por isso mesmo, é que dizemos que é importante a questão do estado de calamidade”, disse Clarisse Campos
Em causa estão “deslizamentos de terras que condicionam a via ou levam ao seu abatimento, ou a queda de árvores, além de oscilações no pavimento, resultantes do efeito das raízes”
Operações de socorro mobilizaram um total de 24 operacionais dos Bombeiros de Alcácer do Sal, INEM, GNR e Infraestruturas de Portugal, apoiados por 11 veículos