26 Junho 2022, Domingo
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BE e CDU exigem que Inês de Medeiros seja dura com Governo para resolver urgências do HGO

Presidente da Câmara diz que solução para a saúde passa pelo envolvimento de todas as partes

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A falta de médicos e de estruturas no Hospital Garcia de Orta (HGO), nomeadamente com o encerramento e urgências de Ginecologia/Obstetrícia, está a preocupar os eleitos na Câmara de Almada. Joana Mortágua, do Bloco de Esquerda, na reunião de Câmara de segunda-feira, exigiu que a presidente socialista Inês de Medeiros fosse “dura” com o Governo, e o mesmo disse a comunista Helena Azinheira.

Para Joana Mortágua, a situação de “falta de profissionais de saúde”, assim como as condições físicas, “não estão dimensionadas” para atender a população de referência desta unidade. “Não têm tido respostas directas”, ao mesmo tempo, “temos assistido ao passar de bola dentro do Governo”, e é nesta medida que considera que Inês de Medeiros tem de intervir.

“Sabemos que não cabe ao município resolver a situação, não vai contratar médicos, mas cabe ao município – aos municípios -, terem uma palavra dura em defesa dos munícipes”.

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Em resposta às duas eleitas, Inês de Medeiros garantiu estar a acompanhar a situação do HGO com “preocupação”. “Sabemos da importância desta estrutura de saúde para as populações de Almada e Seixal”, e não lhe agrada o facto da mesma estar “sobrecarregada a muitos níveis”.

Por isso a autarca aguarda que o Governo avance definitivamente com a construção do Hospital do Seixal. “É fundamental que exista uma nova resposta de saúde nesta zona”, afirma. O facto é que o hospital no concelho vizinho está considerado no actual Orçamento do Estado, mas um processo com anos e anos de engulhos, só “é de acreditar quando estiver construído”, chegou a dizer o porta-voz da Comissão de Utentes de Saúde do Seixal.

Para Inês de Medeiros, o problema da falta de médicos no Hospital de Almada não é culpa nem da administração desta unidade nem do Governo. “Os concursos são abertos, existe verba para a contratação e vagas, mas não aparecem candidatos”, lamenta a autarca.

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Parte da solução, defende, é uma mudança de paradigma: “Temos de decidir o que queremos fazer com o SNS. Este é um debate que tem de envolver todos”.

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