4 Dezembro 2021, Sábado
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José Maria da Fonseca poupa 38% da energia gasta com novo sistema solar fotovoltaico

Equipamento vai também “evitar a emissão de 250 toneladas de CO2 ”, o equivalente à retirada de 139 carros da estrada anualmente

 

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A empresa José Maria da Fonseca, sediada na Quinta da Bassaqueira, em Vila Nogueira de Azeitão, vai começar a poupar 38% do valor gasto em energia, ao apostar na “instalação de um sistema solar fotovoltaico para autoconsumo”.

O equipamento, “implementado e gerido pela ENGIE Hemera”, vai igualmente “evitar a emissão de 250 toneladas de CO2 [dióxido de carbono] por ano, que equivalem a 55 hectares de floresta e à retirada de 139 carros da estrada anualmente”, refere a empresa dedicada à produção de vinhos em comunicado.

O novo sistema, repartido por 1 134 módulos, vai “ocupar um terreno com uma área total de 8 500 metros quadrados”, permitindo a produção e consumo de energia verde.

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“Temos vindo, ao longo dos anos, a demonstrar uma crescente preocupação face aos factores ambientais. Esta preocupação traduz-se na utilização de melhores práticas no tratamento da vinha, numa melhor gestão dos recursos naturais, na sua preservação e conservação”, explica Francisco Soares Franco, administrador da José Maria da Fonseca.

Desta forma, o sistema a implementar permitirá à empresa “dar um passo fundamental rumo à transição energética”. Já a ENGIE Hemera, na voz do director-geral Duarte Caro de Sousa, garante que o “projecto é o primeiro sistema para autoconsumo financiado a 100% pelo ‘Fundo para a transição energética ENGIE’”.

O sistema solar fotovoltaico consegue atingir “uma potência instalada de 521,64 megawatt-pico (MWp), acabando por gerar, em média, uma produção energética anual de 809,41MWh”.

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Contudo, a José Maria da Fonseca tem já um longo percurso traçado ao nível de práticas ambientais, tendo começado “ainda antes do aparecimento das normas ambientais ISO14001, das quais foi a primeira certificada no sector”.

“Desde 1996, a José Maria da Fonseca é certificada na Norma de Qualidade ISO9001 e a partir de 2004 passa a seguir o referencial ISO14001. Também na área da Segurança Alimentar, a empresa alcançou o estatuto BRC em 2003, tendo em 2012 obtido a Certificação BRC, issue 7 (actualmente o mais avançado standard internacional na área da Segurança Alimentar)”, refere a mesma nota.

Em simultâneo, a produtora de vinhos “mantém práticas sustentáveis inovadoras, como a redução de consumos de água, com objectivos e metas anuais, incluindo o tratamento e reutilização de todas as suas águas residuais para rega dos espaços verdes”.

Desta forma, “a empresa não faz as descargas da sua Estação de Tratamentos (ETAR) no meio hídrico desde 2007”.

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