23 Maio 2024, Quinta-feira

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O Natal é a 10 de março!

O Natal é a 10 de março!

O Natal é a 10 de março!

É costume dizer-se que o Natal é quando um homem (ou uma mulher) quiser. Pois bem, eu, adepta confessa desta época do ano, não me importaria de adiar a entrega de presentes para dia 10 de março, se isso significasse que iríamos, enquanto país, receber alguns “presentes”.

 

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Um Portugal a crescer, com menos impostos e mais salário no bolso das pessoas. Com um sistema fiscal que não incentiva a emigração dos nossos jovens e que não asfixia as pessoas nos vários momentos da sua vida. Um Portugal a crescer com menos pobreza e mais oportunidades para os que emigraram e querem voltar, para os que ficaram e não querem emigrar e que permite a ascensão social aos que nasceram em contextos menos favorecidos. Um Portugal a crescer através de mais investimento privado, de um mercado mais livre e com maior concorrência, onde a propriedade privada é protegida e a iniciativa privada é encarada como a principal, se não a única, forma sustentada de crescimento económico e geração de riqueza.

 

Um Portugal a funcionar, onde, por exemplo, uma mulher grávida pode escolher o hospital onde quer ter o seu filho, com a garantia de que esse hospital, onde foi seguida na gravidez, estará aberto no momento do parto. Um Portugal a funcionar, em que o Estado garante um verdadeiro acesso à saúde e não uma urgência encerrada ou um lugar numa fila de espera. Um Portugal a funcionar, com liberdade de escolha da escola pelas famílias e com liberdade curricular, de gestão e de contratação para as escolas. Um Portugal a funcionar, com uma escola livre de um modelo centralizado de decisão que permitiu que chegássemos a dezembro e continuássemos a ter milhares de alunos sem aulas a pelo menos uma disciplina ou que tivéssemos muitas das escolas públicas em péssimas condições.

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Um Portugal com mais qualidade de vida, onde o custo das casas é mais baixo por existir uma maior oferta no mercado. Em que exista um aumento da construção, em consequência de processos mais céleres e menos burocráticos, e não exaustivamente taxados, desde a compra dos materiais à venda da casa pronta. Em que o Estado, local e central, age e dá o exemplo e disponibiliza para o mercado os seus terrenos e imóveis sem uso. Um Portugal com mais qualidade de vida, que aposta na mobilidade, em melhores transportes e na ligação ferroviária entre as várias capitais de distrito, mas, também, de Portugal à Europa. Um Portugal que, nos centros urbanos, privilegia a intermodalidade, que abre os vários setores de transportes à concorrência e onde é possível criar modelos mais transparentes de concessão onde o serviço público é imprescindível.

 

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Existem outros “presentes” que gostaria de dar (e que recebessem), mas o espaço não me permite. Todos, os que aqui referi e tantos outros, constarão da proposta, verdadeiramente reformista, que a Iniciativa Liberal irá apresentar às eleições legislativas do dia 10 de março. Uma proposta alternativa ao modelo que nos tem governado nos últimos anos, para que tenhamos um país com mais ambição e em que o esforço e o mérito são valorizados. Uma proposta que permitirá sonhar com um Portugal com mais futuro para nós e para as nossas crianças. Um Portugal mais liberal!

 

Aproveito para desejar um Feliz Natal e um Bom Ano Novo.

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