1 Julho 2024, Segunda-feira

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Bancarrota, o nosso fado!

Bancarrota, o nosso fado!

Bancarrota, o nosso fado!

9 Setembro 2022, Sexta-feira

Assistimos à apresentação por parte do governo das medidas que deveriam apoiar a economia, mas depois de analisarmos o que afinal seria uma ajuda, entendemos que não passa de um “ato de magia” de 5ª classe, um “truque” que é falso!

Mas não nos foquemos nas medidas em concreto e analisemos de outra perspetiva, a do distrito de Setúbal. O problema do País é estrutural e não se resolve com 125 euros, se formos esmiuçar os 125 euros entendemos que representam 0,34 cêntimos por dia, o que permite dizer que quem atravessa a ponte sobre o Tejo beneficiaria mais se ao longo do ano fizessem uma redução no valor da portagem, que beneficiariam mais se os municípios reduzissem o IMI à taxa mínima legal de 0,03%, se o apoio fosse direto no material didático para os alunos em idade escolar, se os passes de transportes públicos tivessem o seu preço revisto… seriam centenas de propostas, muitas delas já apresentadas em orçamento de estado pelo Chega e chumbadas pelo partido socialista por cegueira ideológica, porque nunca pensaram nas pessoas e porque no total entre pequenas percentagens aqui e pequenas percentagens ali chegariam a um valor indireto muito superior aos 125 euros, sem falarmos das propostas mais mediáticas como a descida concreta e efetiva do IVA da eletricidade ou dos impostos sobre os combustíveis.

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O Governo brincou com os portugueses, e num distrito como o nosso onde a taxa de desemprego é uma das maiores do País imediatamente após a taxa de desemprego na Madeira. O que os portugueses querem não são míseros subsídios mas sim ter oportunidade de trabalhar, ser remunerados de forma digna, não pagar bens e serviços inflacionados com as constantes justificações que a “a inflação não dura para sempre”, porque infelizmente é o nosso fado, inflação e bancarrota que rima com socialismo e caminhamos para a quarta, e sempre com governos de esquerda.

Quando nos batem à porta de casa não perguntamos “quem foste?”, perguntamos “quem é?”, mas nas eleições, sejam elas autárquicas, presidenciais, europeias ou legislativas, devemos pelo menos conhecer a quem abrimos a porta, o seu passado político e o que fizeram pela população, e só abre e deixa entrar os socialistas dentro da sua casa para gerir as suas vidas quem olha para estas medidas e as considera justas, sem pensar no que está por detrás de tudo isto, viver no imediato com mais 125 euros na carteira é um mero “balde de areia para os olhos”, vamos de crise em crise, de esmola em esmola a caminhar para um processo politico liberal progressista, onde tentam “vender” a imagem da liberdade individual, mas que no fundo criam cada vez mais a estratificação de classes sociais dependente do aparelho do Estado, um Estado que deveria ser regulador e não parte integrante da economia, um Estado que deveria legislar para permitir o desenvolvimento da economia com bases claras de apoio a empresas e ao mérito no trabalho mas insiste em criar dependentes.

Cansados destes “fadistas”, está na hora de mudar o nosso Fado!

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