9 Maio 2024, Quinta-feira

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As soluções que Setúbal precisa

As soluções que Setúbal precisa

As soluções que Setúbal precisa

Certamente se recordam, quando há uns meses o Governo, numa gigantesca operação de propaganda, realizou o Conselho de Ministros no Distrito de Setúbal. Visitas, reuniões e muitos anúncios, alguns que correspondem a compromissos já assumidos e que são sistematicamente adiados.

Anunciou a aposta no projeto Arco Ribeirinho Sul, novos investimentos sobretudo na área dos transportes, de entre outros, a expansão do Metro Sul do Tejo, a construção de novas ligações entre o Barreiro e o Seixal e entre o Barreiro e o Montijo, e do Passeio do Arco Ribeirinho de ligação entre Almada e Alcochete.

Por mais que se procure na proposta de Orçamento do Estado para 2024, que PS e alguns partidos de direita consideram que deve ser aprovado (quando já estão marcadas eleições antecipadas), não se encontra nenhum destes projetos anunciados pelo Governo. No relatório que acompanha a proposta de Orçamento há referência à ampliação do Hospital de Setúbal, que só foi desbloqueada na sequência da aprovação de uma proposta do PCP e ao Hospital no Seixal, sucessivamente adiado.

Tendo presente as necessidades de investimento no Distrito de Setúbal, para a promoção da produção nacional, assegurar acessibilidades e para o acesso a serviços públicos, o PCP avançou com propostas concretas para melhorar a vida das populações.

Com o objetivo de dinamizar a produção nacional o PCP propôs o investimento e modernização no Arsenal do Alfeite, a aquisição de equipamentos para a modernização do Laboratório Nacional de Metrologia do Instituto Português da Qualidade, a construção do porto de pesca na Trafaria, a construção de charcas e pequenas barragens para aumentar a capacidade de armazenamento de água e a ligação do Alqueva às barragens do Litoral Alentejano.

A construção da Escola Secundária na Quinta do Conde e da Escola Básica e Secundária em Fernão Ferro, o lançamento do concurso para a construção do Hospital no Seixal e a construção dos centros de saúde no Feijó, na Aldeia de Paio Pires, no Alto Seixalinho e a ampliação do centro de saúde de Fernão Ferro, foram propostos pelo PCP, assim como a construção das instalações para a Divisão da PSP no Seixal, da Esquadra da PSP no Montijo e do Posto da GNR no Afonsoeiro, e a requalificação da Esquadra da PSP da Cruz de Pau e dos Postos da GNR da Aldeia de Paio Pires e de Fernão Ferro.

Com o objetivo de promover a utilização do transporte público, o PCP propôs a redução do passe para 20 euros, a sua gratuitidade para as pessoas com mais de 65 anos e para todos os jovens até aos 23 anos, e a inclusão do transporte fluvial entre Setúbal e Troia no passe. Propôs também o reforço de verbas para a manutenção dos navios da Transtejo/Soflusa, o aumento da oferta de transporte ferroviário na Linha do Sado, a reposição do serviço ferroviário regional e inter-regional nas linhas do Alentejo e do Sul, o alargamento da Rede do Metro Sul do Tejo e a reversão da PPP com a Fertagus e o alargamento da operação até à Estação do Oriente e até às Praias do Sado, com a construção de uma estação em Vale Flores.

Por fim, o PCP propôs a construção da Terceira Travessia do Tejo rodoferroviária, a construção da Ponte entre Barreiro e Seixal, a construção do nó de acesso à Ponte Vasco da Gama e à A12, a construção das variantes à EN 252 e à EN 379 em Palmela, a requalificação do IC1 entre Palma e Alcácer do Sal, a construção do IC33 com perfil de autoestrada entre Sines e Évora, a requalificação da EN 261-1 entre Grândola e Carvalhal, da EN 261 entre Santiago do Cacém e Melides, da EN 253 entre Alcácer do Sal e Comporta, da EN120, no troço Cruz de João Mendes – Santiago do Cacém, da EN390 no troço Abela – São Domingos e a construção da Passagem Desnivelada nas Relvas Verdes.

Independentemente da conclusão do processo orçamental, são propostas com valor próprio. Seja no orçamento, ou fora dele as propostas do PCP dão respostas a problemas concretos e comprovam que é possível uma política alternativa que o povo, o Distrito e o País precisam.

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