21 Maio 2022, Sábado
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A escada da riqueza

Muitos empresários esquecem que um negócio deve permitir-lhes receber pelo menos duas vezes: pelo trabalho feito (salário), pelo lucro do negócio e (se venderem) pelo valor do ativo criado. Já pensaste como seria fazer parte da lista dos empresários que vendem as empresas que desenvolveram por um valor interessante, podendo aplicar ou simplesmente gozar de uma reforma em pleno?

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Com isto em mente, reflitamos sobre os 7 níveis da escada da riqueza que temos identificados:

  1. Todos começamos como estudantes. Olhando para o ensino, facilmente percebemos que o objetivo da escola é preparar para um trabalho. Isso implica que os estudantes invistam tempo, dinheiro e energia neste processo.
  2. Depois passamos a funcionários. Ganhamos para viver. Para quem quer o seu próprio negócio, esta é a melhor fase pois permite aprender o que fazer e o que não fazer sem lhe “sair do bolso”. Há que aproveitar a oportunidade para desenvolver várias competências, pois para vir a ser um empresário de sucesso, é preciso compreender as nuances de um negócio em temas como operações, marketing, vendas ou dinheiro.
  3. Quando crias o teu emprego, tornas-te um autoempregado e tens de assumir TODAS as funções de uma empresa. Produção, vendas, finanças ou a simples manutenção do dia a dia, tudo depende de ti e a característica comum de quem me procura a este nível é a proporção inversa entre tempo e dinheiro.
  4. Ao reunir condições (e coragem) para contratar, atinge-se o patamar de gerente. Frequentemente chegam-me empresários neste nível que manifestam ter mais trabalho do que tinham antes, passando a vida a “apagar fogos”. O foco nesta fase tem de ser sistematizar processos para simplificar as funções, um bom sistema de recrutamento e formação para ter as pessoas certas no lugar certo e a aposta no aprofundar das competências de gestão e planeamento. Sem isto, os empresários estão sujeitos a passar o resto da vida a “apagar fogos” e a sofrer pela má gestão de recursos como tempo, dinheiro e energia.
  5. Passar para o nível seguinte não é fácil, mas é recompensador. Ao colocar alguém com boas capacidades de liderança e planeamento como diretor geral, o empresário torna-se dono de um ativo que lhe oferece um rendimento passivo, isto é, sem ter de intervir no dia a dia da empresa.
  6. Chegado a este nível com as competências, o dinheiro e o tempo, porque não assumir o papel de investidor? Esta é a fase de pegar em ideias ou empresas que com pequenos ajustes possam gerar retornos elevados.
  7. Chegados ao topo encontramos os empreendedores que são pagos para partilhar experiência (por exemplo como oradores convidados).

Então, vamos refletir: Onde estás hoje? Onde queres chegar? O que vais fazer a partir de hoje?

Lembra-te: O caminho pode não ser fácil, mas é simples!

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