18 Agosto 2022, Quinta-feira
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Em quem devemos acreditar

Somos hoje um país onde muitas vezes o confronto politico que decorre de opiniões divergentes, vira as pessoas, umas contra as outras, quando a cegueira e a recusa em aceitar opiniões contrárias, é apenas uma questão de defesa de bandeira de um partido, ou de um estatuto pessoal, e não aquilo em que realmente se acredita.

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Tenho ouvido nos últimos tempos, muitas altas individualidades pronunciarem a proximidade entre políticos e cidadãos e justiça social, os quais são termos que se adaptam perfeitamente a uma época pré-eleitoral, mas não passam de palavras e intenções, que são apenas isso, porque quando se trata de ouvir os cidadãos, os responsáveis políticos, simplesmente os ignoram, o que é razão bastante para desacreditar os nossos políticos.

Como é possível conjugar-se a proximidade entre políticos e cidadãos e justiça social, quando temos conhecimento da existência de pessoas em situação de reforma que irão ter um aumento de 250 euros mensais, enquanto outros nem sequer chegam aos 6 euros, outros com boas reformas a ocupar lugares que poderiam ser deixados a quem está desempregado, e ainda quando um cidadão ao denunciar determinadas práticas, é encaminhado para outros organismos, como se fosse bola de ping pong, sem que estes cumpram de forma isenta, os requisitos que estiveram na base da sua criação.

São estas e muitas outras razões que contribuem para que os cidadãos deixem de acreditar na política, mas principalmente em políticos cuja proximidade e justiça social, só fazem sentido na hora do voto, sendo também uma razão válida para o aumento da abstenção que coloca os politicos todos em pé de igualdade.

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