Alentejo 2030 com 5ME para projetos de Investigação e Desenvolvimento

Alentejo 2030 com 5ME para projetos de Investigação e Desenvolvimento

Alentejo 2030 com 5ME para projetos de Investigação e Desenvolvimento

CCDR do Alentejo adiantou que o aviso de concurso se destina a pequenas e médias empresas (PME) e entidades do sistema científico e tecnológico do Alentejo Litoral

O Programa Alentejo 2030 lançou um concurso para projetos de Investigação e Desenvolvimento no Alentejo Litoral, com uma dotação financeira de cinco milhões de euros, revelou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

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Em comunicado, a CCDR do Alentejo adiantou que o aviso de concurso, denominado “SI I&D Empresarial para uma Transição Justa”, se destina a pequenas e médias empresas (PME) e entidades do sistema científico e tecnológico do Alentejo Litoral.

Podem candidatar-se PME, individualmente ou em copromoção com Entidades Não Empresariais do Sistema de Investigação e Inovação (ENESII).

O aviso destina-se “a projetos enquadrados nos setores do agroalimentar, das energias renováveis e do turismo, contribuindo para a diversificação económica, criação de conhecimento e reforço da capacidade de inovação regional”, precisou aquele organismo.

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O período para apresentação das candidaturas está aberto até 21 de dezembro de 2026, estando previstas duas fases de avaliação, a 30 de setembro e 21 de dezembro.

“O concurso visa promover a inovação, a competitividade empresarial e a aceleração das transições climática e energética”, apoiando projetos que desenvolvam novos produtos, processos ou serviços” e “a melhoria significativa de soluções já existentes”, indicou.

Segundo a CCDR do Alentejo, o financiamento “é assegurado pelo Fundo para uma Transição Justa (FTJ), podendo a taxa máxima de cofinanciamento atingir 80% das despesas elegíveis, ou 85% no caso das ENESII, nas condições previstas na regulamentação aplicável”.

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“Serão apoiadas operações que integrem atividades de investigação industrial e de desenvolvimento experimental, alinhadas com os domínios prioritários da Estratégia de Especialização Inteligente (RIS3)” e visando “uma transição justa para o território”, esclareceu.

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