Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa apoiam paralisação de 3 de junho

Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa apoiam paralisação de 3 de junho

Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa apoiam paralisação de 3 de junho

Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento

Os trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa aprovaram esta terça-feira, por unanimidade, o apoio à greve geral de 3 de junho, no primeiro de dois plenários convocados para esta terça-feira.

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“Centenas de trabalhadores que participaram no plenário realizado na manhã desta terça-feira aprovaram, por unanimidade, o apoio às organizações dos trabalhadores para estarmos presentes na greve geral e em todas as manifestações que existam no distrito de Setúbal”, disse à Lusa o coordenador das Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa, Daniel Bernardino.

“Apesar do calor, esperamos que o plenário da tarde também seja muito participado e que seja reforçado o apoio dos trabalhadores à greve geral”, acrescentou o representante dos trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa, em Palmela, no distrito de Setúbal.

Segundo Daniel Bernardino, os plenários envolvem trabalhadores de todas as empresas do parque industrial da Autoeuropa e têm como principal objetivo “reforçar a mobilização contra o pacote laboral apresentado pelo Governo.

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“Desde que foi apresentado este pacote laboral foi tomada uma posição por parte de todas as organizações dos trabalhadores do Parque Industrial, no sentido de dizermos que não”, afirmou.

O representante dos trabalhadores disse ainda que foram convidados os líderes das duas centrais sindicais, CGTP e UGT, para o plenário realizado hoje de manhã, mas que só compareceu o líder da CGTP, Tiago Oliveira.

 Daniel Bernardino compreende a posição da UGT, mas considera que “o mais importante é haver convergência entre todas as organizações de trabalhadores do Parque Industrial” na luta contra o pacote laboral.

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A greve geral de dia 3 de junho contra o pacote laboral foi convocada pela central sindical CGTP, mas, ao contrário do que se verificou a 11 de dezembro do ano passado, a UGT não se associou ao protesto dos trabalhadores.

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.

O anúncio foi transmitido pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, em conferência de imprensa, uma semana depois de o Governo ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.

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