Teatro O Bando apresenta em Vale dos Barris história de Afonso Henriques

Teatro O Bando apresenta em Vale dos Barris história de Afonso Henriques

Teatro O Bando apresenta em Vale dos Barris história de Afonso Henriques

Espetáculo, que apresenta o “retrato do primeiro rei e desmistifica o herói”, está em cena até ao próximo domingo

O Teatro O Bando tem em cartaz até ao próximo domingo, na sua sede em Vale dos Barris, a peça “Afonso Henriques”.

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Trata-se de “um dos primeiros espetáculos criados pelo Teatro O Bando”, lembra a companhia em nota de imprensa, ao mesmo tempo que justifica a aposta. “Há histórias que não envelhecem: apenas esperam o momento de serem contadas outra vez.”

A história apresenta “um retrato do primeiro rei com suas glórias e vicissitudes, a desmistificação do herói ao som de gaita-de-foles e tambores”, adianta. “Afonso Henriques transporta-nos para uma viagem à vida do primeiro Rei de Portugal, entre conquistas e contradições. O espetáculo constrói o retrato de uma criança que herda um pedaço de terra lá para os lados de Astorga, de um adolescente que aprisiona a mãe, de um guerreiro que mata e saqueia e que se zanga com o Papa, de um conquistador temível que em nome do reino de Deus ataca sempre de surpresa, de um velho friorento que se liberta das mãos dos castelhanos e morre aprisionado nas memórias e nas imagens de todos nós”, detalha a companhia.

A interpretação está a cargo de João Neca, Juliana Pinho, Mariana Robert Preto, Nicolas Brites e Rita Brito. A música original é de Nuno Cristo, a partir de recolha de música tradicional portuguesa.

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Com dramaturgia, encenação e espaço cénico de João Brites, o espetáculo criado “a partir de um poema épico de tradição oral e de crónicas da Idade Média” volta a estar em cena no próximo sábado, pelas 21h00, “com possibilidade de reserva para jantar e com conversa com os artistas no final”. O público poderá ainda assistir à peça no domingo, a partir das 16h00, sendo que ao longo desta semana estará “disponível para escolas”.

O Bando foi fundado em 1974 e assume-se como uma das mais antigas cooperativas culturais do País, que teve na sua génese “o teatro de rua e as atividades de animação para a infância, em escolas e associações culturais, integradas em projetos de descentralização”.

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