Bombeiros da Moita realizam parto na ambulância. PSP fica ferido a desviar trânsito

Bombeiros da Moita realizam parto na ambulância. PSP fica ferido a desviar trânsito

Bombeiros da Moita realizam parto na ambulância. PSP fica ferido a desviar trânsito

Pedro Ferreira, comandante da corporação da Moita, avança que este é o segundo nascimento numa ambulância este ano

Um agente da PSP, motard, sofreu ferimentos ligeiro num acidente perto do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, quando desbloqueava o trânsito para uma ambulância dos bombeiros da Moita, onde tinha acabado de acontecer um parto.

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O parto na ambulância aconteceu na manhã desta sexta-feira, durante o percurso entre a Moita e o Hospital de Santa Maria e decorreu sem complicações para o bebé, um menino, e a mãe.

O alerta foi dado às sete horas para o Vale da Amoreira, Moita, quando a mulher, grávida, se sentiu mal e ligou ao 112. A ordem foi de transportar para o Hospital de Santa Maria. O parto foi realizado com os elementos da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital do Barreiro.

A corporação da Moita, cujas ambulância tiveram 15 nascimentos no ano passado, descreveu através duma publicação nas redes sociais que a grávida tinha “um parto induzido programado para o Hospital do Barreiro, hoje mesmo, às 9 horas. Mas a vida não quer saber de marcações”.

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Na mesma publicação, os bombeiros da Moita descrevem que “foi então que o bebé decidiu que era mesmo ali, naquele momento, que iria nascer. Sem tempo para mais demoras, sem paredes de maternidade à volta — apenas o conforto possível de uma ambulância de socorro e a experiência dos Operacionais dos Bombeiros Voluntários do Concelho da Moita, que garantiram que esta chegada ao mundo fosse feita com toda a segurança e dedicação”.

A ambulância seguia para o Hospital de Santa Maria com dois motards da PSP, em funções de batedores para afastar o trânsito. Foi à entrada do hospital que um dos motards sofreu um acidente de viação, que lhe causou ferimentos considerados ligeiros, informou fonte oficial da PSP. A ambulância seguiu para o Hospital, onde a mulher e o bebé deram entrada.

Pedro Ferreira, comandante da corporação da Moita, avança que este é o segundo nascimento numa ambulância e que os três hospitais da região de Setúbal tinham constrangimentos nas urgências obstétricas. “Os partos têm que ser realizados num hospital, não numa ambulância e a situação está complicada nos hospitais da região”.

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Está programado para o próximo dia 15 de abril o arranque da urgência centralizada no Hospital Garcia de Orta, em Almada. Em comunicado, o Governo esclarece que Almada “será a unidade sede da urgência, com bloco de partos e apoio perinatal diferenciado.

O segundo polo será no Hospital de São Bernardo, em Setúbal, garantindo a urgência de Ginecologia e Obstetrícia à população da sua área de influência. A maternidade do Hospital de Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, mantém-se em funcionamento, uma vez que a centralização incide apenas sobre o serviço de urgência. 

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