26 Julho 2021, Segunda-feira
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Quadrante estuda pré-viabilidade económica da Mina da Lagoa Salgada

Projecto de extracção de minério deve arrancar em 2023 e está estimado em €137 milhões. Estudo concluído em Agosto

 

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A Quadrante está a desenvolver o estudo de pré-viabilidade económica do projecto de extracção e beneficiação de minérios da futura Mina Subterrânea da Lagoa Salgada, em Grândola, um investimento de 163 milhões de dólares (137 milhões de euros).

O projecto, cujo promotor é a empresa canadiana Ascendant Resources, cotada na bolsa de Toronto, localiza-se na extremidade Noroeste da Faixa Piritosa Ibérica (FPI), “uma das faixas mineralizadas com a maior concentração de depósitos de sulfuretos maciços no mundo, que se estende desde a zona de Alcácer do Sal até Sevilha (Espanha)”, avança a empresa.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a Quadrante, empresa de consultoria, em consórcio com a IGAN, anunciou que vai ser responsável pela análise de lacunas, estudo comparativo de soluções e avaliação económica preliminar do projecto.

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O estudo, que visa “a análise económica da potencial viabilidade dos recursos minerais” daquela localização, implica “o desenvolvimento técnico” detalhado do processo, com vista a estabelecer uma previsão da “produção de minério e das vendas de metal”, assim como o “investimento necessário e os custos operacionais estimados”, esclarece a empresa.

A Quadrante será responsável pelo estudo de redes eléctricas subterrâneas, gestão de rejeitados e de resíduos, reaterros da mina, hidrologia, tratamento de água, infra-estruturas, manuseamento de materiais, fornecimento de energia, infra-estruturas de transporte e logística.

Ficará ainda responsável pelo licenciamento ambiental e social, planificação de encerramento de actividades, economia e modelação financeira e preparação do relatório completo da Avaliação Económica Preliminar.

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A conclusão do estudo está prevista para Agosto deste ano e inclui ainda “a avaliação da viabilidade da implementação de elementos de digitalização de operações, como equipamento autónomo, tracking de pessoas e equipamento, monitorização online de ventilação e concentração de gases”.

Em paralelo, decorrem “os processos de licenciamento, incluindo as vertentes ambientais, sociais e de sustentabilidade”, indica a consultora, apontando o início de 2023 para o arranque do projecto.

As previsões de produtos finais são concentrados de Zinco, Cobre, Chumbo e Estanho, com o Ouro e a Prata como subprodutos. O último estudo, efectuado em 2019, apontava para “um investimento inicial de 163 milhões de dólares, com um investimento anual subsequente de 20 milhões de dólares” e a “extracção de um milhão de toneladas de minério anuais”.

No entanto, segundo a empresa, “tudo indica que com este estudo, a vida útil da mina se estenda de nove para 15 ou mais anos com uma produção anual de 1,5 milhões de toneladas” de minério. Lusa

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