25 Julho 2024, Quinta-feira

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Orçamento para 2018 na ordem dos 54 milhões de euros foi aprovado

Orçamento para 2018 na ordem dos 54 milhões de euros foi aprovado

Orçamento para 2018 na ordem dos 54 milhões de euros foi aprovado

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O Orçamento e as Grandes Opções do Plano de Actividades para o ano 2018, com o valor de 54 milhões e 664 mil euros, foram aprovados na última reunião da Assembleia Municipal do Barreiro, com os votos favoráveis do PS, PAN e MCI, os votos contra dos eleitos da CDU e a abstenção do PSD e BE.

Frederico Rosa, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, apresentou o documento, referindo os pontos que lhe pareceram mais “relevantes”, e referiu que o Orçamento foi construído com base nas receitas e sem empolamentos.

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“Destaco o investimento na requalificação da Quinta do Braamcamp e da Caldeira Grande, por ser um investimento na linha daquilo que nós pensamos ser uma aposta também no desenvolvimento do município. Tem em conta uma vertente que marca o desenvolvimento turístico e económico, achamos por isso que esse investimento é essencial para alavancar outro tipo de atractividades”, referiu Frederico Rosa.

O presidente da autarquia destacou também o reforço das verbas para as duas corporações de bombeiros do Barreiro, assim como o investimento que vai ser efectuado na área da educação.

“O Orçamento inclui a oferta de dois manuais escolares para o próximo ano lectivo a todos os barreirenses, numa rubrica ligeiramente inferior aos 300 mil euros, e um reforço de verbas para o equipamento escolar e imobiliário”, salientou.

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Outro dos pontos destacados pelo autarca foi o investimento nas melhorias de condições de trabalho em instalações da Câmara, mais concretamente, e apesar de outras intervenções que vão ser feitas, no edifício dos TCB, que apesar de serem assim chamados albergam outros serviços.

Frederico Rosa referiu, ainda, a recuperação do património, nomeadamente o Palácio de Coimbra, o Armazém de Viveres, junto à Estação do Barreiro A, e divulgou que estão a decorrer contactos para que o antigo Tribunal passe para a responsabilidade da Câmara, de forma a ser recuperado.

O Gabinete de Apoio à Vitima da Violência Doméstica e a implementação de um orçamento participativo, também não foram esquecidos.

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O presidente da autarquia concluiu a sua intervenção salientado que “todo o orçamento foi construído com base nas regras contabilísticas e com todas as leis em vigor no que diz respeito a este tema”.

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