São três as novas gamas de vinhos da Herdade da Comporta compostas por tintos, brancos e rosés com um “outsider”
A Adega da Herdade da Comporta apresentou, publicamente, o seu novo portefólio de vinhos e nova identidade gráfica da marca nas suas instalações localizadas na Comporta.
O momento significa o novo posicionamento estratégico da marca, refletindo a evolução e maturidade do projeto vínico da Herdade da Comporta, bem como a reorganização do portefólio e as novas gamas que passam agora a estruturar o universo da marca.
São três as novas gamas de vinhos Adega da Herdade da Comporta compostas por tintos, brancos e rosés com um “outsider”.
A gama Nativo é inspirada no conceito de origem, autenticidade e pertença, representa vinhos vibrantes e expressivos, pensados para um consumidor cosmopolita e ligado a experiências de lifestyle e gastronomia.
Já a Experimentalista/Monovarietais, surge como a expressão da liberdade criativa dos enólogos. São vinhos de produção limitada, que exploram castas, abordagens enológicas e microparcelas específicas, traduzindo uma dimensão mais experimental, disruptiva e artística da Herdade da Comporta.
Na gama Micro Terroir os vinhos representam a expressão mais pura e singular da Herdade da Comporta enquanto território vínico.
Finalmente o “outsider”, Brisa Bay, introduz vinhos com uma dimensão mais descontraída e leve ao universo da marca. Atualmente representada por um rosé, esta gama traduz o lado mais livre, solar e descomprometido da Comporta.
A apresentação desta nova oferta foi feita, na Herdade da Comporta, pelos enólogos da adega, Jorge Rosa Santos e Renata Madeira com o primeiro a explicar que a gama Nativo é a porta de entrada no primeiro segmento. A Experimentalista, uma gama intermédia explica, é mais minimalista com alguns vinhos um pouco mais disruptivos como o Palhete e o Curtimenta.
A gama Micro Terroir, merece do enólogo um profundo elogio porque, “explica todo o racional todo por trás desta reestruturação. A aproximação que a Comporta tem ao Atlântico, cria, realça, “uma elegância nos vinhos, uma frescura, uma acidez, uma salinidade própria que Micro Terroir tão bem representa”.
A expetativas para a recetividade do mercado “são altas. Tenho a certeza de que este novo portefólio vai ser um sucesso”, José Oliveira
Para José Oliveira, diretor responsável pela Adega da Herdade da Comporta, este momento, é sem dúvida, “uma nova etapa”, porque é uma “evolução muito positiva face ao que já tínhamos no passado”, ou seja, os novos vinhos “vêm acrescentar qualidade, nome e uma ideia de que a Herdade da Comporta quer “fazer vinhos competitivos no mercado” e de “grande qualidade”.
A expetativas para a recetividade do mercado “são altas”, porque, revela José Oliveira, “já tivemos aqui algumas apresentações com especialistas da área que gostaram e acharam bastante interessante termos vinhos muito diferentes do que tinha sido feito no passado”. Por isso reforça, “tenho a certeza de que este novo portefólio vai ser um sucesso”.
A Herdade da Comporta é uma das maiores propriedades agrícolas nacionais, com uma frente de nove quilómetros para a costa atlântica e limitada a norte pelo estuário do rio Sado. A propriedade estende-se por mais de onze mil hectares.
A adega tem vindo igualmente a reforçar o reconhecimento nacional e internacional dos seus vinhos, destacando-se recentemente com a Medalha de Prata atribuída ao Private Selection Alvarinho 2022 no Concurso Vinhos de Portugal 2025, a distinção “Os Melhores do Ano” da revista Grandes Escolhas para o Comporta AAA 2021 e os 90+ pontos Robert Parker atribuídos ao Comporta Tinto 2017.