ObservaLagunas junta natureza e ciência este fim de semana em Santiago do Cacém

ObservaLagunas junta natureza e ciência este fim de semana em Santiago do Cacém

ObservaLagunas junta natureza e ciência este fim de semana em Santiago do Cacém

Atividades incluem observação e anilhagem científica de aves, passeios interpretativos, fotografia de natureza, atividades de educação ambiental, oficinas, jogos e palestras

Observação e anilhagem de aves, passeios interpretativos, oficinas e palestras são algumas das propostas da ObservaLagunas que regressa, este fim de semana, ao concelho de Santiago do Cacém, para aproximar o público da biodiversidade.

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A 3.ª edição da ObservaLagunas – Feira de Turismo de Natureza celebra os 26 anos da Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha (RNLSAS), que abrange os concelhos de Santiago do Cacém e Sines, no distrito de Setúbal.

Em comunicado, a organização refere que durante dois dias o Monte do Paio, em Brescos, na freguesia de Santo André, concelho de Santiago do Cacém, e diferentes espaços da RNLSAS serão palco de inúmeras experiências que darão a conhecer a diversidade natural deste território.

As atividades incluem observação e anilhagem científica de aves, passeios interpretativos, fotografia de natureza, atividades de educação ambiental, oficinas, jogos e palestras.

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O público que visitar o evento terá igualmente a oportunidade de assistir a exposições e participar em experiências dirigidas a crianças e famílias, atividades equestres e passeios de moto-quatro.

No sábado, além de uma sessão de anilhagem científica de aves selvagens na Estação Ornitológica Nacional, estão previstas atividades dirigidas à observação de aves e descoberta da biodiversidade do Monte do Paio.

“Os morcegos, insetos, tartaranhões, mamíferos e répteis marinhos estão também entre os protagonistas de um programa que pretende dar a conhecer espécies, habitats e os desafios da conservação da natureza”, realçou a organização.

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No domingo, o destaque recai no passeio interpretativo no Salgueiral da Galiza, nas atividades de observação de aves e no ‘workshop’ de fotografia de vida selvagem.

O programa do segundo dia do evento inclui iniciativas dedicadas aos morcegos e uma sessão sobre a diversidade e os papéis ecológicos dos insetos.

O futuro do sisão no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, a coexistência entre pessoas e fauna selvagem, a proteção do tartaranhão, as áreas protegidas, miniflorestas urbanas e a sustentabilidade das lagoas e do oceano são os temas das palestras.

Ainda segundo os promotores, um dos destaques do evento vai para a conversa “Extinções e regressos no Portugal Selvagem”, no âmbito da apresentação do livro “Portugal Selvagem”, de Paulo Caetano, no sábado, às 17:00.

As crianças e jovens poderão participar em ateliers de construção de ‘mobiles’ de peneireiros-das-torres, caixas-ninho, ovos musicais e felosas-aquáticas, jogos sobre o mar e as aves, atividades sobre insetos, desafios de exploração e ações de descoberta do ambiente.

No domingo, ainda a pensar nos mais novos, o programa inclui as atividades ‘Escape Game das Aves’, “No trilho do Galeirão” e “À descoberta do ambiente”.

Um encontro de ‘Urban Sketchers’, atividades de desenho e ilustração da fauna e flora, uma oficina de engenharia de papel, uma pintura mural ao vivo e a exposição de fotografia “O Montado como inspiração”, de José Rosado, são outras das propostas.

O certame, que é de entrada livre, contará igualmente com um Mercadinho de Produtos Regionais, gastronomia com pratos tradicionais alentejanos e outras opções e momentos musicais com o Gata Preta Trio, no sábado, e o Coral Harmonia, no domingo.

A ObservaLagunas é organizado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, tendo como parceiros o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e os municípios de Santiago do Cacém e Sines.

A RNLSAS abrange uma extensão de cerca de 15 quilómetros da faixa costeira dos concelhos de Santiago do Cacém e Sines, integrando uma faixa terrestre com dois a três quilómetros de largura e uma zona marinha com aproximadamente 1,5 quilómetros.

Este sistema lagunar costeiro é reconhecido pela sua elevada importância biológica, com destaque para a sua diversidade ecológica, geológica, ictiológica, botânica e, em especial, ornitológica.

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