Obra de Rita Estanqueiro vence 16.ª edição do Prémio de Conto Manuel da Fonseca

Obra de Rita Estanqueiro vence 16.ª edição do Prémio de Conto Manuel da Fonseca

Obra de Rita Estanqueiro vence 16.ª edição do Prémio de Conto Manuel da Fonseca

Cerimónia pública de entrega do Prémio realiza-se no dia 17 de outubro, pelas 16:00, na Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca

A obra “Um Prédio Onde Cabem Todos os Contos”, de Rita Coelho Teixeira Estanqueiro, venceu a 16.ª edição do Prémio de Conto Manuel da Fonseca.

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A obra, assinada sob o pseudónimo Margarida Madruga, foi escolhida por unanimidade pelo júri, de entre os 59 manuscritos apresentados a concurso por autores de língua portuguesa, indicou este município alentejano.

A cerimónia pública de entrega do Prémio realiza-se no dia 17 de outubro, pelas 16:00, na Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca, na sede de concelho.

O júri foi constituído por Ana Margarida de Carvalho (Associação Portuguesa de Escritores), Maria Paula Mendes Coelho (Associação Portuguesa dos Críticos Literários) e Sandra Isabel das Candeias Guerreiro Dias (Escola Superior de Educação de Beja).

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O painel de jurados destacou a “originalidade e sensibilidade” da escrita, a “abordagem tanto poética quanto ágil” e a “estrutura temática e formal” da obra.

O primeiro prémio do concurso recebe um valor pecuniário de 4.000 euros e a obra será editada pelo Município de Santiago do Cacém.

A autarquia revelou que, nesta 16.ª edição do Prémio de Conto Manuel da Fonseca, foram também atribuídas, por unanimidade, duas menções honrosas.

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A primeira distinguiu o original “Longe da Ferida”, da autoria de Ande Alencar, apresentado ao concurso sob o pseudónimo Pedro Vaz, e a segunda foi destinada à coletânea de contos “Microcosmos”, da autoria de Maria Teresa Meireles, assinada com o pseudónimo Maria Helena.

Segundo o município, as 59 obras apresentadas a concurso são provenientes de Portugal, Brasil, Itália, Países Baixos e Moçambique.

Instituído em 1995, o Prémio de Conto Manuel da Fonseca homenageia aquele “grande escritor” natural do concelho e “figura incontornável da literatura portuguesa”.

Manuel Lopes Fonseca (1911-1993), conhecido no mundo das letras como Manuel da Fonseca, foi poeta, contista, romancista e cronista.

Deixou obras como os romances “Cerromaior” (1943) e “Seara de Vento” (1958), vários volumes de poesia e também de contos, como “O Anjo no Trapézio” (1968) ou “O Fogo e as Cinzas” (1953).

Nas suas obras, marcadas pela intervenção social e política, relatou a dureza da vida no Alentejo, realidade que lhe era próxima.

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