Edgar Correia, 34 anos, algarvio de nascimento, com ascendência africana, começou em criança a interessar-se por instrumentos musicais
Badoxa é sinónimo de fusão de ritmos e de estilos, num universo que engloba R&B, soul, kizomba, salsa ou reggae. Vai ser dele o Palco das Marés, dia 20, a partir das 22 horas.
Edgar Correia, 34 anos, algarvio de nascimento, com ascendência africana, começou em criança a interessar-se por instrumentos musicais e aos 8 anos tocava berimbau, atabaque e pandeiro.
Na adolescência começa a aprender a tocar guitarra e piano e até começar a compor, foi um caminho curto.
No seu caminho surge Micas Cabral dos Tabanka Djazz que o convida para integrar o grupo em tournées internacionais.
Começa a produzir nomes como Ravidson, 2Much, G-Amado, Paulo Tavares, Celma Ribas, Xico Barata, William Araújo, Dj Barata e grava o primeiro disco em nome próprio, “Sabor a Maracujá”. Os primeiros concertos como Badoxa surgirão em 2012, em simultâneo com a edição de temas como “Amor” e “Tás maluca”, que ajudariam a reforçar a entrada no meio musical como Badoxa.
Em 2014 surge o primeiro álbum, “Minhas Raizes” e dois anos mais tarde o álbum “Memórias” que solidificaram em definitivo a sua carreira. O terceiro álbum, “Retrato”, aparece em 2023 e recupera as paragens pandémicas, relançando Badoxa no universo do quizomba, com o número de concertos a aumentar significativamente.
2027 terá o seu momento maior na carreira de Badoxa, com a comemoração dos 15 anos de carreira, e um concerto no Coliseu de Lisboa.
Até lá vai aquecendo os motores, um pouco por todo o País. O Barreiro é a próxima paragem.
Opinião Musical