Presidente da República lamenta morte de Eugénio Fonseca e lembra “exemplo de cidadania”

Presidente da República lamenta morte de Eugénio Fonseca e lembra “exemplo de cidadania”

Presidente da República lamenta morte de Eugénio Fonseca e lembra “exemplo de cidadania”

António José Seguro, lamentou esta quarta-feira a morte do presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado

O Presidente da República, António José Seguro, lamentou esta quarta-feira a morte do presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado, Eugénio Fonseca, enaltecendo o “exemplo de cidadania” e a “convicção, humanidade e sentido de bem comum”.

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“O Presidente da República manifesta profundo pesar pelo falecimento de Eugénio Fonseca, antigo presidente da Cáritas Portuguesa e da Cáritas Diocesana de Setúbal”, pode ler-se numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República.

Para António José Seguro, “a vida pública de Eugénio Fonseca deixa um exemplo de cidadania exercida como responsabilidade perante os outros, unindo convicção, humanidade e sentido de bem comum”.

“Ficam o testemunho de serviço à comunidade, às instituições que ajudou a fortalecer e aos que acompanhou, bem como a marca de uma intervenção orientada pela esperança, pelo cuidado e pela dignificação de cada pessoa”, assinalou.

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Apresentando mais sentidas condolências pela morte do presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado, o chefe de Estado recordou o percurso de Eugénio Fonseca, destacando que este foi “marcado pela atenção às pessoas em situação de maior fragilidade, pelo combate à pobreza e pela defesa da dignidade humana como expressão de cidadania e de compromisso com a comunidade”.

“Durante mais de quatro décadas, contribuiu para transformar a solidariedade em ações concretas. Na direção da Cáritas Diocesana de Setúbal (1987-2016) e da Cáritas Portuguesa (1999-2020) teve um papel central na resposta a situações de vulnerabilidade social, mobilizando instituições, voluntários e comunidades em torno da responsabilidade coletiva perante os que mais precisam”, recordou.

Seguro lembrou ainda que nos últimos anos Eugénio Fonseca presidiu à Fundação D. Manuel Martins, com responsabilidades na preparação das comemorações do centenário do nascimento do primeiro Bispo de Setúbal.

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“Em todas as funções que desempenhou, afirmou o valor da economia social, da participação cívica e de um trabalho persistente e de proximidades com as pessoas”, pode ler-se ainda.

Nesta nota de pesar é ainda lembrada a colaboração de Eugénio Fonseca com a Presidência da República.

“Entre junho de 2014 e março de 2026 integrou o Conselho das Ordens do Mérito Civil, contribuindo para o reconhecimento público do mérito nas áreas social, educativa e comunitária”, refere-se ainda.

O presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado morreu hoje aos 69 anos, anunciou o cardeal D. Américo Aguiar, bispo de Setúbal.

Segundo informação divulgada no ‘site’ do Instituto Diocesano de Formação Cristã, Eugénio José da Cruz Fonseca nasceu em Setúbal em 1957 e licenciou-se em Ciências Religiosas pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.

Era casado e tinha dois filhos.

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