Paulo Martins: “Estamos todos de parabéns”

Paulo Martins: “Estamos todos de parabéns”

Paulo Martins: “Estamos todos de parabéns”

O Vitória FC juntou no domingo a conquista da Taça AFS “Joaquim Sousa Marques”, após bater na final o Olímpico do Montijo (3-0), ao título de campeão da I Divisão. Ainda no Estádio José Martins Vieira, na Cova da Piedade, o treinador Paulo Martins não escondeu a emoção de ter feito a dobradinha. “Ganhar pelo Vitória, é uma sensação que não se explica, sente-se. São dois troféus este ano, mais um no ano passado [campeão da II]. Estamos todos de parabéns”.

Na hora de celebrar, o técnico, de 48 anos, fez questão de deixar uma palavra de reconhecimento aos vitorianos que esgotaram os ingressos que lhes tinham sido destinados. “Em primeiro lugar, quero agradecer aos nossos adeptos que nunca nos deixam ficar sozinhos. Encheram a bancada e, mais bilhetes houvesse, mais gente teríamos tido a apoiar-nos nesta festa”.

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O timoneiro dos setubalenses não esqueceu o adversário Olímpico do Montijo, destacando a qualidade do conjunto liderado por Hélio Pinto, que depois de ter sido vice-campeão foi agora finalista vencido. “Quero também dar uma palavra ao Montijo porque não é fácil para quem perde. Foi a segunda melhor equipa do nosso campeonato e que nos fez crescer quando empatámos em casa (2-2)”, disse sobre o jogo em que os sadinos estiveram a ganhar por 2-0.

Sobre os 90 minutos da final em que Heta, Leo Chão (penálti) e Tomás Piedade fizeram os golos, Paulo Martins destacou a competência da sua equipa. “Em relação ao jogo, acho que fomos muito competentes no processo defensivo contra um Montijo com uma dinâmica muito forte. Conseguimos chegar às zonas de finalização e marcámos num golo fantástico do Heta a abrir o jogo (sete minutos).

O treinador destacou ainda a atitude de todos os homens que integram o plantel e reconhecem que todos foram importantes no jogo e em todos os momentos da época. “A partir do 1-0, a equipa manteve a postura de toda a época e os jogadores foram muito solidários uns com os outros. Perceberam que quando não conseguem mais, tem que entrar outro colega e tem que dar a mesma coisa”.

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