“Maior alegria é ter elevado novamente o nome do Vitória”

“Maior alegria é ter elevado novamente o nome do Vitória”

“Maior alegria é ter elevado novamente o nome do Vitória”

Na cobrança de uma grande penalidade, Leo Chão foi o autor do segundo golo da final da Taça AFS em que o Vitória bateu o Olímpico do Montijo, por 3-0. Apesar da felicidade de ter marcado, o avançado, de 26 anos, garante que há aspetos mais importantes. “A nossa maior alegria é mesmo ter elevado novamente o nome do Vitória. E se Deus quiser, passinho a passinho, havemos de lá chegar. Isto é só o início”, começou por dizer, admitindo que “a sensação é boa no plano individual, mas não se compara em nada ao que é a alegria de chegar ao final da época e sentir que fizemos a nossa obrigação como Vitória”.

O jogador formado na ‘cantera’ sadina, que se sagrou melhor marcador da equipa em 2025/26 com um total de 16 golos (12 no campeonato e quatro na Taça), vinca a forma como todos os elementos que integram o plantel se uniram em torno de um objetivo comum. “Chegar ao fim e poder agradecer a estes colegas porque fomos uma equipa de grandes homens e é isso que realmente me dá uma grande alegria”.

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E acrescenta: “Podermos chegar ao final da época e dizer que cumprimos os objetivos e que elevámos o nome do Vitória, mais uma vez, e fizemos aquilo a que nos tínhamos proposto e fizemo-lo bem. Essa é a minha maior alegria. Os golos são um à parte. Não os faria se não fossem os meus colegas, de certeza absoluta. E como eu, houve muitos outros jogadores que também marcaram ao longo da época”.

“Orgulho imenso” do capitão Diogo Martins

Na Cova da Piedade, o capitão Diogo Martins também deu o seu testemunho sobre o momento vivido. “É um orgulho imenso. Como disse sempre, estava a liderar um grupo de homens fantástico. Reuniram-se todos aqui com o propósito de levantar o Vitória. E hoje estamos muito felizes porque levantámos o Vitória a dobrar. Para nós é um motivo de orgulho”.

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O defesa, de 25 anos, considera que os jogadores encarnaram da melhor forma a responsabilidade de trazer o símbolo do clube ao peito. “Sabíamos que, quando vestíamos a camisola do Vitória, esta era a nossa obrigação. O Vitória em qualquer competição que entre, mesmo na I Liga, para mim, tem de ganhar sempre. Tem de jogar sempre para ganhar. E foi isso que nós fizemos neste jogo, do primeiro ao último minuto, e no campeonato inteiro”.

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