Em 2025 foram recolhidas 2 050 toneladas de resíduos alimentares e resíduos de jardinagem. Autarquia quer estender serviço a todo o concelho
A recolha seletiva de biorresíduos no concelho da Moita cresceu significativamente em 2025, em comparação com 2024. Segundo a Câmara Municipal, em 2025 “foram recolhidas 2 050 toneladas de resíduos alimentares e resíduos de jardinagem, mais 646 toneladas do que no ano anterior”, número que “representa um aumento significativo de 46 por cento”.
“Para estes resultados positivos, contribuiu a boa colaboração dos munícipes, comerciantes e instituições aderentes, bem como o empenho dos trabalhadores municipais afetos a este projeto do Município da Moita”, salienta a autarquia.
A edilidade lembra que a recolha seletiva de biorresíduos “é um modelo mais sustentável para o Ambiente, pois permite a transformação de resíduos valorizáveis em fertilizante orgânico para agricultura, evitando o seu desperdício e acumulação em aterros”.
“O impacto económico e ambiental da gestão de resíduos será também menor, prevendo-se que, a médio prazo, a diminuição de custos possa refletir-se na fatura dos munícipes que cumprem as boas práticas em relação aos resíduos urbanos”, adianta.
Ainda de acordo com a Câmara Municipal, este serviço “chegará gradualmente a todo o concelho, estando já ativos diversos circuitos de recolha porta-a-porta, em todas as cantinas escolares, em estabelecimentos de restauração, lares de idosos, mercados municipais e habitações nas zonas periurbanas das freguesias de Moita, Alhos Vedros, Gaio-Rosário e Sarilhos Pequenos”, além da “recolha de proximidade (em contentores coletivos) na Urbanização da Fonte da Prata”.
O Município sublinha, a concluir, que participam atualmente neste sistema “2 235 habitações e 163 restaurantes, cantinas escolares e outras instituições”.