19 Junho 2024, Quarta-feira

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União Mutualista fecha ano de 2021 com resultado positivo recorde de meio milhão de euros

União Mutualista fecha ano de 2021 com resultado positivo recorde de meio milhão de euros

União Mutualista fecha ano de 2021 com resultado positivo recorde de meio milhão de euros

Contas foram aprovadas, na noite desta quinta-feira, por unanimidade e com voto de louvor proposto pelo Conselho Fiscal

 

A União Mutualista Nossa Senhora da Conceição (UMNSC), Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) do Montijo, fechou o exercício de 2021, com um resultado positivo recorde de 530 mil euros. As contas foram aprovadas ontem à noite, por unanimidade, em assembleia geral. E os resultados mereceram até a apresentação de uma proposta de voto de louvor do Conselho Fiscal ao Conselho de Administração, também aceite de forma unânime.

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Segundo fonte da instituição, nunca na história da UMNSC, que já conta 150 anos, tinha sido “libertado um montante tão elevado” em resultados positivos.

A referida fonte salienta que o total de rendimentos, que atingiu os 6,4 milhões de euros, “também resulta de algumas receitas extraordinária, como 165 mil euros em donativos”.

A mesma fonte sublinha que “os bons resultados são ainda mais significativos quando foram alcançados “em cima do um grande esforço de reestruturação e em tempo de pandemia”.

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Com as contas consolidadas, os responsáveis pela IPSS encaram o futuro com optimismo.

“Estes resultados permitem a continuidade da actividade da instituição em todas as suas valências, com reforço, em números de vagas, camas, etc., e continuando capaz de cumprir todas as suas obrigações”, acrescentou fonte da instituição.

De acordo com o relatório e contas, as receitas, no ano passado, ultrapassaram os 6,4 milhões de euros.

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“Em 2021 a actividade da UMNSC situou-se nos 6,491 M€, com acréscimo a tangenciar os 2,83%, comparativamente ao ano anterior, com o Centro Clínico a recuperar 17%, face ao período homólogo anterior, enquanto a Infância e Idoso a evoluírem respectivamente em 2,85% e 0,86%.”, lê-se no documento de 85 páginas.

As contas indicam também uma amortização de 1,2 milhões do passivo, fixando a dívida agora em 9,98 milhões (8,58 milhões de capital e 1,4 milhões de juros) e dão como concluída a reestruturação de pessoal, que custou 893 mil euros, com indemnizações que começaram a ser pagas em 2017 e estão agora totalmente liquidadas.

Após os períodos de carência e as moratórias introduzidas ao abrigo da pandemia, o Plano Especial de Revitalização (PER) começa a ser pago integralmente aos credores a partir do próximo mês de Maio.

Sobre investimentos, o relatório e contas aponta a realização de “benfeitorias de novo 205 mil euros, dos quais, 46 mil em aquisições de bens, e o remanescente, 159 mil euros por transferência de obras em curso, que no entretanto foram concluídas, sempre com a finalidade de melhoria das condições de utentes e funcionários, a que não foi alheio a adaptação das instalações para esta nova realidade causada pelo surto pandémico, bem como, dar resposta às exigências legais no âmbito da Certificação”.

O conselho de administração, presidido por Pedro Santos, e que inclui Patrícia Silva e Diamantino Bonito (vogais), propôs que o resultado líquido seja “integralmente aplicado na rubrica de resultados transitados”.

Os administradores destacam que estas contas foram conseguidas “num ano completamente atípico” em que “fruto do culminar de todas as medidas estratégicas económico financeiras, a Instituição viu revertidos o sentido dos fundos próprios para positivos, e encerrou o exercício de 2021 com resultado líquido de 530 mil euros.”

Farmácia e UCCI Área da saúde gera metade das receitas

A área da Saúde representa 49,35% da actividade da União Mutualista e contribui para 9,26% do resultado líquido alcançado, revela o relatório e contas.

Um desempenho suportado “apenas conta com o contributo” da Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI) e da farmácia”, o que exclui a clínica, que é gerida pelo grupo CUF.

A farmácia fecha o ano com resultado líquido positivo. Já a UCCI, apesar da “variação positiva da comparticipação das famílias e subsídios à exploração por via do acordo”, apresentou um resultado líquido negativo de 25 mil euros, justificado com “o aumento dos gastos nos fornecimentos e serviços externos, honorários, e à constituição de imparidades no valor de 35 mil euros”.

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