26 Setembro 2022, Segunda-feira
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Motoristas de Cabo Verde à espera de vistos das autoridades para pegarem ao serviço na Alsa Todi

Fonte oficial da empresa diz que contingente recrutado para aumentar resposta da Carris Metropolitana na área 4 já só está refém de processos administrativos

 

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Os 61 novos motoristas recrutados pela operadora Alsa Todi em Cabo Verde já só estão “a aguardar a emissão de vistos pelas autoridades portuguesas para entrarem de imediato ao serviço” nas linhas de Setúbal, Moita, Montijo, Alcochete, Palmela e Barreiro, referentes à área 4 do serviço da Carris Metropolitana. A informação foi avançada a O SETUBALENSE por fonte oficial da Alsa Todi.

O relato da empresa vem assim confirmar a versão que André Martins, presidente da Câmara Municipal de Setúbal, já havia revelado em reunião do executivo na passada quarta-feira.

O recrutamento em Cabo Verde “foi feito com a colaboração de parceiros locais e acompanhado por responsáveis da Alsa Todi, que garantiram a aptidão para o exercício de funções com os standards da ALSA, num processo formativo que continuará nos próximos dias em Portugal”, esclarece aquela fonte da empresa. A parte final da formação “vai servir para os novos motoristas ficarem a conhecer as linhas onde vão actuar”.

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De acordo com a mesma fonte, a contratação dos motoristas resultou “da entrada em vigor, no dia 1 de Agosto, do Decreto-Lei n.º 46/2022 que reconhece os títulos de condução de alguns países membros da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]”. Assim que entrarem ao serviço, estes motoristas “estarão já vinculados ao novo Acordo de Empresa com as Organizações Representativas dos Trabalhadores, como a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS), o Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes (SITRA) e o Sindicato Nacional dos Motoristas (SNMOT), que estabeleceu melhorias das condições de trabalho para estas funções, assim como folgas rotativas, seguro de saúde e prémios de assiduidade”, garante ainda a mesma fonte oficial da Alsa Todi.

A área 4 do serviço da Carris Metropolitana “teve um incremento substancial de oferta, requerendo mais autocarros e motoristas”. “Devido à impossibilidade de conseguir recrutar mais motoristas em Portugal por falta geral de mão-de-obra, a Alsa Todi está também a apoiar a instalação destes novos motoristas no País, através de medidas de financiamento da formação, despesas de deslocação e habitação”, salienta aquela fonte da empresa, a concluir.

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