12 Agosto 2022, Sexta-feira
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Almada recebeu em grande Chefs On Fire Pop Up e está a ser pensada outra edição em 2023

Foi uma nova vida para a ‘bolha’ de felicidade que é o Jardim do Rio de Almada. Quem lá esteve não esquece

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Cerca de 1 500 pessoas estiveram entre esta sexta-feira e domingo no Jardim do Rio, na frente de Tejo de Almada, em um evento inédito no concelho: O Chefs On Fire Pop Up, num cenário imperdível ao ar livre que reuniu alguns dos melhores chefes nacionais que confeccionaram arte gastronómica ao fogo da brasa, acompanhados pelo som de interpretações musicais ao vivo.

“No Verão são muitos os concertos no País onde não se come bem, e também as iniciativas gastronómicas em que as actuações musicais são quase irrelevantes. No Chefs On Fire Pop Up temos as duas componentes: boa gastronomia e boa música ao vivo”, diz Gonçalo Castelo Branco, da empresa Lohad, e organizador deste evento.

A ideia Pop Up, uma escala mais pequena do Chefes On Fire que, há quatro anos começou em Cascais e para o ano vai estar em cidades do mundo, visa chamar púbico a lugares quase impensáveis para este tipo de iniciativas, e assim surgiu a localização no Jardim do Rio, uma ‘bolha’ de “felicidade e convívio junto ao Tejo”, interpreta a presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, que admite a possibilidade da iniciativa se repetir no próximo ano. “Temos de avaliar e ver se faz sentido continuar. Gosto de criar eventos permanentes no concelho, mas temos de saber se têm corpo para isso”, disse a O SETUBALENSE.

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O que é certo é que boa-disposição não faltou entre as cerca de 300 pessoas que, ao almoço de sexta-feira, ‘inauguraram’ este evento, onde estiveram também meia centena de instituições locais, convidadas pela autarquia.

Mesmo perante algum atraso dos pratos – vegan, peixe, carne e sobremesa – para serem servidos, as queixas foram mínimas. “Apesar deste evento não estar directamente abrangido pelo Decreto-Lei do Governo sobre o risco de incêndio para estes dias quentes, decidimos tomar todas as precauções e cozinhar com brasas muito baixas, por isso algum atraso a servir os pratos”, justificava Gonçalo Castelo Branco. E a precaução levou a uma “reorganização do espaço colocando toda a área do fogareiro mais junto ao rio, onde não existe arvoredo”.

Porém, a espera de quem estava à mesa não gerou irritações e, como dizia um dos presentes, “isto é para estarmos bem, conviver e disfrutar deste espaço fantástico à beira Tejo”. E foi mesmo assim, a ‘cozinha’ abriu ao meio-dia e estendeu-se até às 17h00, e os que foram servidos mais cedo partilharam um prato ou outro com quem estava sentado ao seu lado.

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Sobre a parte gastronómica, “nada a dizer, está tudo muito bom”, comentava alguém que, no sábado, se preparava para repetir mais um prato, “e ainda não comi a sobremesa”. E, de facto, eram muitos na fila para repetir e para o ‘fecho’ da primeira refeição de sexta-feira, de um Chefes On Fire Pop que se repetiu no sábado, ao almoço e jantar, e também no domingo.

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