18 Maio 2022, Quarta-feira
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Associação ambientalista Zero suspeita de fossa com óleos contaminantes na Rua Almeida Garret em Setúbal

A Zero recebeu informação de que estará prevista a construção de uma urbanização num local onde existem óleos lubrificantes usados

 

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A Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, suspeita de um “depósito de hidrocarbonetos”, num terreno na “Rua Almeida Garret”, em Setúbal, a que atribui ser uma “possível situação de descarga de óleos no solo”, provenientes de uma antiga oficina que funcionou no local, indica Rui Berkemeier, especialista da associação ambientalista, a O SETUBALENSE.

A preocupação maior, acrescenta, é que por “informação que chegou à Zero, para o local estará prevista uma urbanização”, refere o ambientalista, manifestando a suspeita de serem “óleos lubrificantes usados”, portanto: “são contaminantes”.

Apesar de técnicos da Associação Sistema Terrestre Sustentável não terem estado ainda no terreno, diz Berkemeier que, pelo que conseguiu perceber, “existe uma suspeita real”, pelo que a situação “tem de ser investigada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), dai que a Zero já “tenha comunicado à presidente deste organismo, Maria Teresa Almeida, a existência deste depósito”.

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“Ainda não obtivemos resposta. Só a CCDR-LVT, com o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente, pode entrar no terreno e saber que tipo de resíduos são”. Inclusivamente, é preciso saber se a urbanização de que se fala estar prevista para o local “vai ou não ser construída em cima da fossa de armazenamento daqueles, óleos”.

Para o ambientalista, não há dúvida de que se os óleos em questão foram contaminantes “não basta aterrar a zona, tem de ser descontaminada”. Mas só se saberá depois do parecer da CCDR-LVT.

O SETUBALENSE contactou, via e-mail, a CCDR-LVT sobre as questões colocadas pela Zero, inclusivamente se já tinha visitado o terreno. Mas até ao momento não recebeu resposta.

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“Estamos preocupados, é preciso saber o que se passa no local. Se se confirmar que o solo está contaminado tem de ser descontaminado antes de se avançar com a construção”, reafirma Rui Berkemeier.

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