27 Maio 2022, Sexta-feira
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Águas de Santo André converte antigo edifício em apartamentos para profissionais de saúde

Construção de 12 fogos habitacionais representa um investimento de cerca de 700 mil euros

 

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A empresa Águas de Santo André (AdSA) vai reabilitar um edifício administrativo, no concelho de Santiago do Cacém, para construir 12 fogos habitacionais destinados a profissionais de saúde, num investimento de cerca de 700 mil euros.

De acordo com a empresa do Grupo Águas de Portugal, o projecto, que visa responder à falta de habitação para os profissionais de saúde, na região do litoral alentejano, prevê a beneficiação do antigo edifício administrativo da AdSA, situado em Vila Nova de Santo André, e a sua conversão em habitação “de carácter social”.

O imóvel, que “tem vindo a deteriorar-se”, vai ser valorizado e “parte da sua funcionalidade” será “devolvida à comunidade” local, explicou hoje à agência Lusa um dos administradores da AdSA, Marco Sá.

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Para avançar com o projecto, a empresa vai estabelecer uma parceria com a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA), a Câmara Municipal de Santiago do Cacém e a Junta de Freguesia de Santo André.

“Vamos construir diversas habitações para responder a uma das necessidades mais prementes dos profissionais que vêm trabalhar para o Hospital do Litoral Alentejano, [para que possam] ter uma habitação condigna a um preço, de certa maneira, acessível”, adiantou.

Segundo a empresa, no antigo edifício serão construídas 15 fracções de habitação: 11 de tipologia zero (T0), três T1 e um T2, sendo que, destas, 12 estão “destinadas a protocolar” com a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano.

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Contactada pela agência Lusa, a presidente do conselho administrativo da ULSLA, Catarina Filipe, disse que estes 12 fogos, de tipologia T0 e T1, “vão ficar afectos à ULSLA”, que, por sua vez, irá realizar “contratos de arrendamento” com uma duração máxima de cinco anos com os profissionais de saúde.

“O valor da renda vai ser francamente inferior ao que é hoje praticado no mercado [de arrendamento] porque vão ser rendas condicionadas, nos termos da legislação que existe para este feito, e que vão ter em consideração não só a tipologia da habitação, mas o vencimento do profissional”, explicou.

Catarina Filipe considerou esta solução “positiva” e “um passo muito importante” para a fixação dos profissionais de saúde que não encontram respostas no mercado de arrendamento.

“Principalmente no concelho de Santiago do Cacém, a oferta é diminuta e com valores muitas vezes inacessíveis para quem inicia a sua carreira”, reconheceu.

Por sua vez, Marco Sá adiantou que a AdSA pretende “avaliar a possibilidade” de avançar com uma candidatura ao Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) “para poder usufruir de verbas que possam ajudar a construir este projeto”.

As restantes habitações, num total de três, serão “para usufruto da AdSA”, sendo que duas se destinam a “habitação provisória para fixação de trabalhadores deslocados” e uma terceira será cedida ao Grupo Águas de Portugal, que dará início “a um programa de férias de carácter social” destinado a trabalhadores e reformados.

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