23 Setembro 2021, Quinta-feira
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Anabela Pessoa: “Propomos a aproximação das zonas rurais à zona urbana”

Cabeça-de-lista do Nós Cidadãos defende um novo rumo para o concelho

 

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Licenciada em Direito, de 53 anos, natural de Setúbal e residente em Palmela, candidata-se como independente. É divorciada, tem um filho, e estreia-se na política nestas eleições. Foi funcionária pública, na Segurança Social e trabalhou nas conservatórias dos registos Civil de Setúbal e Predial de Palmela, antes de começar a exercer como advogada, em 2006.

Porque decidiu candidatar-se pelo Nós Cidadãos?

No sentido de dar um novo rumo ao concelho. Irei desempenhar a minha função marcando pela diferença e com o objectivo de melhorar a vida dos cidadãos do concelho. Candidatei-me em virtude de não podermos continuar a adiar o progresso do concelho. O principal objectivo do movimento Nós Cidadãos é dar voz ao povo, numa perspectiva de mudança das mentalidades, estando sempre disponível para partilhar novos conhecimentos, sem ofender os outros candidatos. Só de uma campanha cordial, séria e livre de quaisquer ataques pessoais poderá resultar uma possível estratégia de governação em prol do município, que responda às necessidades das suas populações.

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Como classifica as listas do Nós e o que destaca do conjunto desses candidatos?

A equipa do Nós Cidadãos centra-se na governação honesta e transparente, focada nas necessidades da população. É uma equipa competente e dinâmica com vontade de mudança para o povo. Existindo assim, maior proximidade entre as populações no sentido de ajudar as pessoas mais idosas e os jovens, tendo em vista uma sociedade ajustada às necessidades das pessoas.

Que avaliação faz do estado do concelho e que principais problemas identifica?

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O concelho tem diversos problemas em diversas áreas. Problemas sociais, como falta de parques infantis, de centros de saúde e de equipamentos desportivos para os jovens, nomeadamente, pavilhões gimnodesportivos. Problemas de infra-estruturas, como falta de saneamento e arruamentos, de escoamento das águas pluviais, nas ruas, aceiros e valas, falta de limpeza e recolha de lixo, de espaços verdes. Temos também isolamento geográfico das crianças e idosos, nomeadamente nas zonas rurais. Na área dos transportes públicos há falta de carreiras e de ajustamento com os horários escolares. No apoio aos idosos, faltam zonas de lazer, de centros de dia, lares, centros de convívio e de serviço domiciliário.

Como propõe resolver esses problemas?

Proponho resolver os problemas do concelho com a criação de novas acessibilidades, de serviços e equipamentos e com mais meios de transporte rodoviário. E também com criação de infra-estruturas. Por último, dar apoio às crianças, jovens e idosos através da criação de novas parcerias com as instituições e associações sediadas no concelho, promovendo e sensibilizando a população para a criação de novas zonas de lazer e desportivas.

Quais são as linhas principais do seu programa eleitoral?

As principais linhas para o programa eleitoral são exigir mais medidas de mudança para o concelho, garantir aos cidadãos serviços públicos de qualidade, mais transportes públicos rodoviários, dinamizar os espaços verdes, melhorar o asfaltamento dos aceiros e ruas e criar iluminação pública e sinais verticais nas zonas rurais. Pretendemos também melhorar o saneamento básico e água potável, o meio ambiente, com maior limpeza e desinfestação dos contentores de lixo e vidrões. Propomos ainda a criação do comboio turístico, com apoio às zonas rurais ao concelho, nomeadamente com visita às adegas, às vinhas e aos queijos de Azeitão. Outras preocupações nossas são a abertura e manutenção da Ponte do Zambujal, tendo em vista o intercâmbio das populações, a criação da feira agrícola, com a finalidade de promover a Maçã Riscadinha, com registo da marca da mesma e dando incentivos e apoios aos agricultores para a sua produção. No fundo propomo-nos a conseguir a aproximação das zonas rurais à zona urbana.

Como vê a grande quantidade de candidaturas e que efeito pensa que isso poderá ter?

Uma grande quantidade de candidaturas é sempre benéfica para a população do concelho, uma vez que dá uma nova perspectiva política. Tendo como princípios fundamentais a democracia aberta, onde toda a gente pode participar, e a liberdade de expressão, é positivo existirem diversos pontos de vista, baseados na liberdade de expressão e na governação honesta e transparente. Assim podem surgir novas valências para o concelho.

Está disponível para aceitar pelouros, se for eleita?

É sempre benéfico para a democracia, existirem diversos candidatos com diversas ideologias. No entanto, devem partilhar a nossa filosofia política, de não discriminação por razão da idade, raça, religião e género, com vista a auxiliar a população, melhorando as suas condições de vida para o bem-estar e desenvolvimento do concelho.

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