22 Outubro 2021, Sexta-feira
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Família procura mulher de 64 anos desaparecida desde sábado em Setúbal

Gina Caramelo saiu de casa sem carteira, documentos e medicação. Filho Rúben Guerreiro diz agora procurar no Cabo Espichel, por pista encontrada no computador da sexagenária

 

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A família de Gina Caramelo, de 64 anos, não sabe do seu paradeiro desde a manhã do passado sábado, dia em que foi vista pela última vez perto de casa, na Avenida Bento Gonçalves, em Setúbal.

A sexagenária, que enfrenta uma depressão derivado da morte do seu marido há cerca de dois meses, abandonou a habitação “sem carteira, documentos e medicação”, começou por explicar Rúben Guerreiro, filho de Gina Caramelo, a O SETUBALENSE.

“No dia em que desapareceu, a minha mãe foi vista com umas calças de fato de treino escuras e uma camisa verde escura por uma vizinha, na parte de trás da nossa casa. Supostamente foi em direcção ao lixo, sem levar nada nas mãos, e dali seguiu em direcção ao Hospital de São Bernardo”, referiu.

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Até ao momento, diz ter tido apenas “três pistas: a primeira de uma senhora que a disse ter visto na Azeda na segunda-feira, outra do irmão de um amigo do meu pai, que garante tê-la visto na mesma zona, e uma terceira, encontrada no histórico do seu computador”.

“Uma senhora disse-me ter visto na segunda-feira, por volta das 15 horas, uma pessoa desorientada, parecida à minha mãe na Azeda. Fui imediatamente para lá. Contei com a ajuda de um grupo de intervenção canina de Almada, que assim que viu os apelos nas redes sociais, quiseram logo ajudar. Percorremos a zona, mas não encontrámos nada”.

Já no seu computador, Rúben Guerreiro diz ter encontrado uma pista”. “Verifiquei o histórico e vi que ela pesquisou, antes de desaparecer, pela distância entre Setúbal e o Cabo Espichel. Esta é a pista mais actual que tenho e a que vou seguir agora”.

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Também a freguesia de Azeitão, assim como a Estrada Nacional 10, “já está toda percorrida”, uma vez que Gina Caramelo ganhou recentemente o hábito de andar de sua casa até à vila, “onde morou muitos anos com os pais”. “Na noite antes de desaparecer, a minha mãe chegou a casa à 01h30, depois de ir andar até Azeitão. Antes era uma pessoa que não queria sair de casa. Do nada começou a fazer estes passeios”, sublinhou.

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