11 Maio 2021, Terça-feira
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Deslocalização do Lar Pedro Rodrigues Costa com projecto que ascende a 9,3 milhões

Transferência de equipamento está prevista para terreno cedido pela Câmara

 

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A Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros pretende avançar com a construção de raiz do novo Lar Pedro Rodrigues Costa, naquela localidade, num projecto resultante da candidatura daquela instituição ao PARES 3.0 – Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais de 3ª Geração, num projecto orçado em mais de 9,3 milhões de euros.

O novo espaço vai nascer num terreno daquela freguesia, cedido pela Câmara Municipal da Moita, com o objectivo de requalificar o lar e dar resposta social às necessidades da população sénior do concelho. O principal objectivo, segundo a Misericórdia, “é garantir a segurança dos utentes” através da criação de uma nova estrutura, com “uma visão de futuro, em que a prestação de serviços assenta em equipas multidisciplinares e vai além da satisfação das necessidades básicas”.

 

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Neste novo edifício será possível à Santa Casa ter capacidade para acolher 110 utentes residentes, 24 horas por dia, e assegurar o apoio domiciliário a mais uma centena de idosos. Nas novas instalações, a instituição vai contar ainda com um novo Centro de Dia, com mais 16 utentes, que permitirá albergar no local um total de 40 pessoas. Em simultâneo, aos actuais 54 trabalhadores/as, aquela Misericórdia vai somar mais 32 postos de trabalho, perfazendo um total de 86 profissionais.

Desta forma, a instituição permitirá uma melhoria das condições de higiene e conforto aos utilizadores, adaptando-se “às suas fragilidades motoras e do foro neurológico/mental”, com a criação de uma sala Snoezelen, que ao mesmo tempo, irá aliviar a pressão existente sobre as famílias, aquando das altas hospitalares, a que uma ERPI tradicional não consegue dar resposta.

Instituição assegura 62% do valor do projecto

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A Santa Casa considera tratar-se de “um grande investimento para o concelho”, com o apoio do Instituto da Segurança Social e da autarquia local. À Misericórdia cabe assegurar 62% do valor total do projecto, com recurso a meios próprios (9,3%) e através de crédito bancário (52,7%).

O novo lar irá proporcionar “mais qualidade de vida e segurança” à população idosa, em instalações mais modernas, mas também, uma maior capacidade de resposta ao nível do apoio, saúde e animação dos seus utentes.

Não se querendo substituir a uma Unidade de Longa Duração e Manutenção, as futuras instalações do lar permitirão igualmente libertar camas, tanto nos hospitais como na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), nomeadamente, através do acolhimento de utentes com processos crónicos que não podem ou não devem ser cuidados no domicílio, e cujas famílias não dispõem da capacidade necessária para os receber.

Recorde-se que a Irmandade tinha como meta iniciar este processo de deslocalização do lar no ano passado, o que acabou por não acontecer na sequência do surgimento da crise pandémica.

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