4 Dezembro 2021, Sábado
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Autor de facada por vingança junto a discoteca vai a julgamento dia 3 de Novembro

Após ser espancado o autor dos crimes usou uma arma branca para vingar-se. A sua companheira está acusada como cúmplice

 

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Uma compra frustrada de droga levou a confrontos e uma facada à traição, quase mortal, à porta de uma discoteca em Setúbal. Um ano depois, o agressor vai a julgamento no Tribunal de Setúbal, marcado para 3 de Novembro, com o Ministério Público (MP) a determinar a acusação de dois crimes de homicídio qualificado tentado.

Para além do mecânico de 34 anos também a sua companheira de 23 anos, com quem coabitava, está acusada como cúmplice, uma vez que instigou a prática dos actos.
A vítima, com 29 anos, sofreu uma perfuração grave no pulmão e apenas sobreviveu graças à rápida intervenção do socorro.

Na noite do crime, dois homens estavam a consumir cocaína no interior de uma viatura estacionada junto a bares, na Avenida Luísa Todi, quando foram abordados por uma que lhes perguntou se vendiam estupefaciente. Negaram, mas convidaram-na a entrar no carro para consumir.

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Indignada com o convite, a mulher contou ao companheiro e, na companhia de outro indivíduo, confrontaram os homens que ainda estavam na viatura. Geraram-se confrontos físicos, que se estenderam por outra rua, já que a mulher se apropriou da chave da viatura.

Após ser espancado, o suspeito acusado agora de homicídio qualificado tentado, foi a casa buscar uma faca com 15 centímetros de lâmina e regressou em busca de vingança.
Pelas 5h30, o homem encontrou os dois rivais à porta de uma discoteca e confrontou-os, sempre instigado pela sua companheira.

Não se apercebendo que o arguido empunhava uma faca, a vítima que acabaria por ser esfaqueada com gravidade atirou-lhe um copo de plástico com cerveja e foi nesse momento que sofreu um golpe no peito.

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De acordo com a acusação do MP o arguido retirou a faca do corpo da vítima e de imediato a empunhou na direcção do segundo alvo, gritando “agora vamos ver quem é que é homem”. Só não o alcançou porque a segunda vítima conseguiu escapar, aproveitando os carros estacionados para se esconder e colocar obstáculos entre si e o agressor.

Depois das agressões, o homem colocou-se em fuga livrando-se da arma que acabou por ser recuperada pelas autoridades. A sua detenção ocorreu a 100 metros do local do crime.

De acordo com o MP o arguido actuou com “o único intuito de obter vingança pelo confronto em que se envolveu com as vítimas” enquanto a mulher prestou “o auxílio e apoio ao seu alcance, para que o mesmo esfaqueasse as vítimas”.

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