Almada

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“Todas as casas que foram notificadas foram casas das quais as pessoas já saíram, e que estão em risco de desabar por si só”
Almada
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António Benjamim Pereira falava durante uma audição parlamentar na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação
Atualmente estes bairros têm perto de mil edifícios vivendo naqueles locais entre 2.500 e 3.000 pessoas
De acordo com Inês de Medeiros, apesar de a chuva ter parado, o risco ainda existe e os deslizamentos de terra continuam a ocorrer
Grupo, que ainda não foi identificado, entrou no estabelecimento e danificaram mesas, cadeiras, um computador e uma arca frigorífica
No concelho, um total de 476 pessoas foram retiradas das suas habitações desde que o território começou a registar deslizamentos de terras
Nomes das 60 personalidades foram anunciados ao início da tarde desta quarta-feira, no Cinema Teatro Joaquim d’Almeida, no Montijo
Pelo menos 30 deste total de pessoas desalojadas foram retiradas das suas habitações na terça-feira, na Costa da Caparica
Devido a este deslizamento de terras, 20 moradores de outros prédios contíguos foram retirados de casa e realojados temporariamente no parque de campismo da Fundação Inatel
Os terrenos estão saturados pela precipitação intensa que se tem verificado. As pessoas não devem “ultrapassar as barreiras colocadas pelas forças de autoridade”
O Bairro do Olho de Boi é uma zona situada na frente ribeirinha de Almada, entre a Fonte da Pipa/Jardim da Boca do Vento e a Quinta da Arealva
A destruição parcial desta via cortou a ligação entre as casas da localidade e o resto da freguesia de Caparica, tornando perigosa a circulação automóvel e pedonal
Segundo a presidente da Câmara de Almada “isto não é uma resposta de um dia para o outro” e é preciso um plano mais alargado para a toda a arriba fóssil da Costa de Caparica
A votação do orçamento esteve agendada para a semana passada, mas devido às intempéries foi adiado para esta semana
 Está também a ser pensada a retirada, por via fluvial, de veículos que ainda se encontram em Porto Brandão
Foram apoiadas a Paróquia de Alcácer do Sal, com 10 mil euros, o mesmo valor entregue à IPSS Vale de Acór, em Almada
Município tomou ontem a decisão de retirar todas as pessoas e empresas que se encontravam na localidade
A localidade de Porto Brandão começou hoje a ser evacuada devido ao risco de deslizamento de terras nas arribas, na sequência do mau tempo
Este alerta pode ser prolongado caso as condições assim o exijam
“Já muitas pessoas têm saído nos últimos 10 dias, porque temos vindo a monitorizar a situação”, disse Inês de Medeiros
De acordo com a proteção civil, o número 3 foi o que sofreu maiores danos devido ao impacto, tendo os outros edifícios sido evacuados ao nível do rés-do-chão
Deslizamento de terras e inundações. Autarcas de Almada, Montijo, Alcochete, Moita, Barreiro e Seixal falam sobre principais ocorrências
Segundo o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal, a ocorrência foi registada às 10:05 na rua de Damão
Medida foi tomada “devido à forte precipitação” e porque “os solos se encontram saturados e intransitáveis
Fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal adiantou que os concelhos mais afetados pelas condições meteorológicas eram Seixal, Almada e Palmela
O bispo de Setúbal atribuiu a derrocada ao “excesso de água e pressão do terreno sobre o muro”, e salientou “não ter ficado ninguém magoado”
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