23 Maio 2024, Quinta-feira

- PUB -
Ilha de Biodiversidade aumenta mancha verde no estaleiro da Lisnave

Ilha de Biodiversidade aumenta mancha verde no estaleiro da Lisnave

Ilha de Biodiversidade aumenta mancha verde no estaleiro da Lisnave

Crescimento registado tem sido “acima da média”. Criador da micro-floresta quer círculo auto-sustentável daqui a dois anos

 

Já passou um ano desde que o fotógrafo Vítor Gordo desafiou a Lisnave a criar a ‘Ilha da Biodiversidade’ e o crescimento desta micro-floresta tem sido “acima da média”. O criador desta obra da natureza quer que este círculo de natureza se torne auto-sustentável em três anos para provar ainda mais que “é possível ter uma floresta num estaleiro naval”.

- PUB -

A O SETUBALENSE, o fotografo responsável pela obra, Vítor Gordo, explicou que a micro-floresta apresentou uma boa evolução, sendo que em certas espécies até ficou “acima da média”. Criada através do método concebido pelo botânico japonês Miyawaki, com uma centena e meia de árvores, de 23 espécies autóctones, numa área com 50 metros quadrados, em formato circular, a micro-floresta está a evoluir “de forma satisfatória.

Antes e Depois

Passado um ano deste a sua plantação, morreram 15 plantas, existindo uma taxa de sobrevivência de 90%, que Vítor Gordo considera serem números “muito positivos”. Todas as plantas que morreram foram substituídas no passado dia 17 de Novembro, data em que se celebrou o primeiro aniversário. O fotografo garantiu que a manutenção é baixa, sendo apenas cortadas as relvas, uma vez por mês, que crescem sozinhas, sendo que a rega é feita por aspersores. O grande objectivo de Vítor Gordo é que a floresta se torne auto-sustentável daqui a dois anos.

- PUB -

“Das 150 árvores, 10% estão no extracto mais alto. Temos o pinheiro-bravo, que atinge 20 a 25 metros de altura, temos o freixo e o ‘Celtis Australis’, que é o iodão-bastardo. Nos outros extractos contamos com o sobreiro, a azinheira, o loureiro, a murta e o alecrim, ou seja, são espécies que encontramos nas florestas portuguesas”, sublinha.

Além das diferentes espécies, a ‘Ilha de Biodiversidade’ é também composta por casca de eucalipto, “a chamada estilha”, entregue pela The Navigator Company, e por “mulch”, que é “a manta morta que cobre o solo e mantém a humidade”, cedida pela NAM Mushroom, sediada em Marvila.

Partilhe esta notícia
- PUB -

Notícias Relacionadas

- PUB -
- PUB -